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23 de Abril de 2008Restaurantes
* Preços coletados até abril de 2008
Os melhores Além de opinar sobre o melhor em cada especialidade, cada
jurado fez uma lista com dez restaurantes em ordem decrescente.
O primeiro recebeu 10 pontos, o segundo 9, e assim até o décimo,
com 1 ponto. O quadro mostra o campeão e, em ordem
alfabética, as outras nove melhores mesas da capital
Veja também • Conheça os jurados
• Quadro: Como eles votaram
O melhor da cidade
Para comer com os olhosUniversal Diner
Universal Diner: prêmio para o ambiente kitsch e a cozinha contemporânea A casa já ganhou três vezes o título de melhor restaurante contemporâneo em edições anteriores de VEJA Brasília. Pela primeira vez, porém, o Universal Diner é eleito o melhor restaurante da cidade. Comandado por Mara Alcamim – uma vez mais a chef do ano –, o restaurante espelha o jeito expansivo da proprietária, que se formou em Nova York. Ao voltar para o Brasil, Mara quis montar uma casa diferente. A decoração em estilo kitsch, por exemplo, logo chama a atenção de quem passa na rua. Na entrada há um grande jacaré de pelúcia, e no primeiro salão um Fusca cor-de-rosa cobre parte do teto. Brinquedos, almofadas coloridas e brilhantes mais outros penduricalhos espalham-se por toda parte. Os pratos são apoiados em discos de vinil e os banheiros, decorados com pinturas da artista plástica Cris Conde. Toda essa miscelânea cria uma atmosfera divertida e aconchegante. Da cozinha, que fica localizada no meio do salão térreo, saem pratos tão diferentes quanto a ambientação. A dica da chef é o camarão com curry, arroz picante com abacaxi e farofa de coco com amendoim. O prato mais pedido é o já famoso sexy shrimp, preparado com camarões ao molho de queijo brie, champanhe e caviar, acompanhados de um risoto de morangos e sálvia. Para finalizar, peça o brownie sunday, um pedaço de brownie de cholocate servido com três bolas de sorvete de creme com cobertura de calda de chocolate quente. $$$$
210 Sul, bloco B, loja 30, Asa Sul,
(61) 3443-2089 (115 lugares). 12h/ 15h e 19h/0h (sáb. e dom. almoço até 16h; sex. e sáb. jantar até 1h30; dom. só almoço; fecha seg.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V.
Manobr. (R$ 5,00). Ar.
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(sob consulta)
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Entrega em domicílio. www.universaldiner.com.br. Aberto em 1997.
Mara Alcamim
Mara Alcamim viajou para Nova York em 1991 decidida a estudar fotografia. Lá, entre raros cliques, acabou fazendo um pouco de cada coisa: trabalhou como barwoman, garçonete, ajudante de cozinha, até que se tornou chef do extinto restaurante Universal Grill, no Village. Descoberta e explorada a gastronomia da Big Apple, ela voltou para o Brasil com a idéia de ter o próprio empreendimento. Era 1994 e a aposta inicial recaiu sobre um self-service em um shopping de Brasília. Mas foi somente três anos depois, com o surgimento do Universal Diner – eleito o melhor restaurante da cidade –, que seu talento à frente da cozinha começou a ser notado pelo público brasiliense. No começo, a casa era uma mistura de restaurante e boate, voltada ao público GLS. Aos poucos, os aromas, os sabores e a personalidade da chef, sempre flertando com a culinária contemporânea, foram conquistando o devido reconhecimento. Tanto é que Mara passou de chef a restauratrice de mais dois estabelecimentos: o Zuu a.Z. d.Z. e o Empório Quitinete, que estão localizados na mesma quadra. Na hora de criar as receitas, Mara atribui sua inspiração à infância, época em que observava a mãe em meio às panelas. "Cozinhar é uma coisa simples, basta pensar, testar, usar bons produtos e alimentos frescos", sintetiza a chef do ano, eleita pelo júri de VEJA Brasília pelo segundo ano consecutivo.
Fritz
Pratos austríacos e clássicos germânicos, como a truta: mistura de sucesso Pela primeira vez em sete anos, VEJA Brasília elege o melhor restaurante alemão da cidade. Na estréia, o veterano Fritz vence na especialidade por fazer uma culinária que mescla receitas clássicas germânicas com outras da vizinha Áustria. O restaurateur Fritz Klinger, aliás, é austríaco de Viena e chegou ao Brasil em 1954. Depois de trabalhar na indústria, abriu a casa, que tem dois ambientes, um deles climatizado. A decoração foge um pouco do estilo montanhês. Os lustres, por exemplo, têm cúpula de palha. Logo na entrada, atrás do balcão, há um freezer à moda antiga, daqueles de alumínio com travas grandes. No cardápio, uma opção de entrada podem ser os rolls de berinjela com tomate seco. Como prato principal, a truta azul é um dos prediletos da clientela. O peixe, que vem da Serra da Bocaina, em São Paulo, passa por cozimento e vai ao prato com batatas e molho de manteiga com amêndoas ou alcaparras. Outras iguarias típicas da Alemanha, como joelho de porco, chucrute e mix de salsichas, estão presentes. Para a sobremesa, o clássico strudel de maçã pode ser a sugestão. Entre as bebidas estão a cerveja Erdinger, de trigo, e setenta rótulos de vinho. $$
404 Sul, bloco D, loja 35, Asa Sul,
(61) 3223-4622/3226-8033 (140 lugares). 12h/0h (sáb. até 2h e dom. até 17h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: S e V. Ar.
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Aberto em 1980.
Feitiço Mineiro
Fogão a lenha: um dos símbolos do interior do Brasil presente na cozinha vencedora O gosto pela boa mesa, com receitas fartas e de qualidade, deu ao Feitiço Mineiro pela quinta vez o prêmio de melhor cozinha brasileira segundo o júri de VEJA Brasília. A razão do êxito está, por exemplo, no tempero caseiro das receitas. Quando fundou o restaurante, em 1989, Jorge Ferreira pediu que a mãe, até hoje moradora de Cruzília, em Minas Gerais, prestasse consultoria aos chefs e cozinheiros da casa. No bufê montado sobre um fogão a lenha são servidos feijão-tropeiro, frango ao molho pardo, costela com mandioca, pernil mais uma infinidade de itens. Às sextas há também bacalhoada; aos sábados, feijoada; aos domingos a leitoa à pururuca é a atração. Nas opções de sobremesa não faltam pudim, doce de leite, goiabada cascão e queijo-de-minas. Além do bufê, o cliente pode optar por pratos à la carte, como o novo arroz de bacalhau, que serve até três pessoas. Quando a noite cai, a casa apresenta uma outra face. Sai de cena o bufê e adentram a casa artistas, que se apresentam no pequeno palco. Francis Hime, Almir Sater e Monarco são alguns nomes que fizeram shows ali. $$
306 Norte, bloco B, lojas 45/51,
(61) 3272-3032 (300 lugares). 12h/3h (dom. até 17h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. Cr.: T e V. Couvert art.: R$ 10,00 a R$ 40,00. Manobr. Ar.
(R$ 25,00) Entrega em domicílio (61 3272-3032). www.feiticomineiro.com.br. Aberto em 1989.
Simon Lau Cederholm
Aos 13 anos, Simon Lau Cederholm já lavava pratos em restaurantes da Dinamarca. Em meio aos estudos, continuou trabalhando com outras funções em restaurante, até que decidiu mochilar. Acompanhado por um amigo, em 1985, aos 20 anos, Simon deixou o seu país de origem com destino ao Caribe. A idéia era descer até o Brasil – de bicicleta! "Quando cruzei a fronteira da Guiana e pisei em Roraima pela primeira vez, senti uma coisa muito forte. O cheiro no ar, o clima, as pessoas, me senti como se tivesse chegando em casa", relembra. A primeira coisa que comeu assim que cruzou a fronteira foi paçoca, e, desde essa experiência, apaixonou-se pelos ingredientes do país. Continuando a pedalada, chegou até o Rio de Janeiro. No ano seguinte, Simon regressou à Europa e matriculou-se no curso de arquitetura. Para pagar a faculdade, voltou a trabalhar em restaurantes e, nas férias, vinha ao Brasil para fazer estágios em Brasília. Depois de formado, passou a viver na capital do país, onde conseguiu tornar-se vice-cônsul. Em 2003 deixou a carreira diplomática, voltou à Dinamarca por seis meses para pesquisar informações culinárias e, no regresso ao Brasil, finalmente abriu o Aquavit – que funciona em sua própria residência. No seu quintal, aliás, ele mantém uma horta com temperos frescos e só cozinha, mediante reserva, para grupos. A habilidade para combinar receitas escandinavas com ingredientes brasileiros certamente é uma das razões que o levaram a ser eleito, pelo júri de VEJA Brasília, o chef revelação da cidade.
Corrientes 348
Bife ancho: um dos cortes à moda argentina mais pedidos Tiago Boita Laude, um dos sócios da casa, vem de uma família de gaúchos com experiência no ramo de churrascarias. Durante uma visita a São Paulo, ele conheceu o proprietário da casa de carnes 348 Parrilla Porteña e propôs uma parceria. Dessa união, em 2006, surgiu o Corrientes 348 na capital federal. Especializado em cortes argentinos e com decoração inspirada em antigas casas de Buenos Aires, o restaurante conquista pela primeira vez o prêmio de melhor carne da cidade, de acordo com o júri de VEJA Brasília. O menu começa com as clássicas empanadas – típico pastel argentino, assado e que pode ser recheado com carne, carne com passas, queijo, queijo com cebola, queijo com alho-poró ou abobrinha. Passando para o prato principal, o ojo del bife (miolo do contrafilé) é preparado na brasa e os acompanhamentos são pedidos à parte. Batatas ao murro ou o arroz parrillero (ovo, cebola, lingüiça e batata palha) podem ser as sugestões. Quem preferir algo mais leve deve pedir a salada juliana, preparada com alface, tomate, cebola, palmito, mostarda, maionese e batata palha, que serve até quatro pessoas. Cem rótulos de vinho constam na carta, entre eles o argentino Catena Zapata Estiba Reservada. As garrafas da bebida, aliás, repousam em adega climatizada. Entre as cervejas, as uruguaias Patrícia e Norteña são boas opções. Para finalizar, a sobremesa mais pedida é a panqueca de doce de leite argentino com sorvete de creme. $$$
411 Sul, loja 36, bloco D,
(61) 3345-1348 (100 lugares). 12h/15h e 19h/0h (sex. e sáb. 12h/0h30; dom. 12h/18h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. Couvert: grátis.
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(R$ 30,00)
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Aberto em 2006.
China
Tradição: o pato à shangai é um dos clássicos do mais antigo chinês da capital O mais antigo restaurante chinês da cidade fatura pela primeira vez o prêmio de melhor restaurante oriental, segundo o júri de VEJA Brasília. Em meados de 1955 e 1956, ao desembarcar no Brasil, vindo da cidade de Yanzhou, da província de Jiangsu, Tin Ching Tsui trabalhou em São Paulo e, com o crescimento de Brasília, resolveu arriscar e mudar-se para a então ainda nova capital federal. Aqui montou seu pequeno restaurante. No início, enquanto ele cozinhava, sua mulher, Hung Sau Wan, atendia os clientes no salão. A partir de 1985, o estabelecimento passou a funcionar no local onde está até hoje. Mais espaçoso, atende cerca de 250 pessoas, agora capitaneado pelos filhos Janio Tsui e Tsui Yung. O famoso pato à shangai é uma das atrações do menu. Assada por inteiro, a ave é regada ao molho shoyu e serve até três pessoas. Outra versão de preparo do pato, à moda de pequim, deve ser pedida com três dias de antecedência. Assado e fatiado, ele tem a companhia de minipanquecas, para que as pessoas montem seus próprios rolinhos recheados com a ave, molho de missô e cebolinha verde. Para a sobremesa, a mais pedida é a banana caramelizada; para beber, pode-se experimentar uma das bebidas tradicionais da China, como a moutai (aguardente feita de semente de girassol) ou o shao hsing (fermentado de arroz). $$
103 Sul, bloco D, loja 2,
(61) 3224-3339 e 3226-9318 (250 lugares). 11h/15h e 19h/23h30 (sáb. até 0h). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R e V. T.: Tr. Ar. Entrega em domicílio. Aberto em 1973.
La Chaumière
Herança clássica: pratos elaborados pelo chef Severran há três décadas Um salão pequeno, com apenas trinta lugares disponíveis, decoração simples, com uma lareira ao fundo e duas fotos de dois marcos da capital francesa: o Arco do Triunfo e a Torre Eiffel. Este é o cenário do restaurante eleito pela quinta vez como o melhor francês da cidade, de acordo com o júri de VEJA Brasília. Engana-se quem pensa que as caçarolas têm no comando algum chef francês. O responsável pelas melhores receitas francesas da cidade é um legítimo pernambucano: Severino Alves Xavier, que trabalha na casa desde os 16 anos. Fez o percurso comum a muitos mestres-cucas: começou lavando pratos, panelas e o chão da cozinha. Ali Severino aprendeu os segredos da culinária e, em 1973, comprou o restaurante dos antigos proprietários, madame Lucette e monsieur Roger Noël. "Eles tinham muito carinho pelo lugar e fizeram questão de passar o negócio para as mãos de alguém de confiança", conta o chef. A negociação foi com valores de pai para filho, mas os franceses fizeram algumas exigências. Severino não poderia alterar o tamanho da casa e deveria manter o cardápio original. Desde então, o ajudante pernambucano passou a ser conhecido como mestre "Severran". Na cozinha, conta com a ajuda da esposa, Maria das Graças Gomide Xavier, e mantém a casa sob as recomendações dos antigos donos. Ele só abriu exceções com o nascimento da filha e das netas, quando incluiu, em homenagem à prole, pratos novos no cardápio. Outra presença recente no menu, o filé sevê-rã, introduzido em novembro de 2007, exibe um filé mignon ao molho de queijo roquefort, champignon, cebola e pimenta-do-reino verde. Para beber, peça um dos 200 rótulos da adega climatizada da casa. Uma sugestão é o chileno Montes Classic cabernet. Para a sobremesa, siga a dica do chef: pêra la belle marie (pêra ao vinho com sorvete de creme e calda de chocolate). Et bon appétit! $$$$
408 Sul, bloco A, loja 13,
(61) 3242-7599 (30 lugares). 12h/15h e 19h/0h (sáb. só jantar; dom. só almoço). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. Ar.
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www.lachaumiere.com.br. Aberto em 1966.
Trattoria da Rosario
Ambiente descontraído e massa com frutos do mar: idéias modernas Com apenas um ano de funcionamento, em 2004 a casa foi eleita pelo júri de VEJA Brasília a melhor cozinha italiana da cidade. De lá para cá, conquistou o prêmio todos os anos. Esta é, portanto, a quinta vez consecutiva que a Trattoria da Rosario lidera a especialidade. Para trabalhar do jeito que gosta, ter liberdade de criação e não impor limites à escolha dos ingredientes, o chef Rosario Tessier resolveu montar seu próprio restaurante depois de passar por cozinhas de norte a sul da Itália, na Suíça, na Espanha, no Rio de Janeiro e no próprio Distrito Federal. Ele faz questão de deixar claro que sua culinária não segue o estereó-tipo das cantinas, um lugar em que o comensal encontra apenas massas e polpettas. Em sua trattoria ele explora carnes, frutos do mar e aves, além das receitas com massas. A proposta é apresentar ao cliente as diferenças culinárias das diversas regiões da Itália, com receitas que vão do Mediterrâneo ao Piemonte. Para se atualizar, ele viaja todos os anos ao seu país de origem, no qual integra uma confraria de mestres-cucas que se juntam para trocar informações em seminários anuais. As matérias-primas usadas são, em sua maioria, importadas. Azeites, queijos, enlatados e massas secas vêm da Itália e o cordeiro vem do Uruguai. As massas frescas são preparadas na cozinha da casa. Na hora da escolha, o cliente deve tentar o mais novo prato do chef: contrafilé de carne de vitelo branco com azeite, alecrim, alho e flor de sal. Se preferir uma massa, uma boa opção é o lingüini golfo de napoli, que leva polvo, camarão, lula e tomatinhos-do-vesúvio. De acompanhamento, a dica do sommelier Alexandre Azevedo é o vinho Villa Antinori, da região da Toscana. Na sobremesa, sorvete de baunilha com calda de melão orange flambado ao vinho do Porto ou então um semifredo ao chocolate branco e baunilha com calda de cereja, laranja e cassis. $$$$
SHIS QI 17, bloco H, loja 215, Fashion Park, Lago Sul,
(61) 3248-1672 (110 lugares). 12h/15h e 19h30/0h (sex. e sáb. até 1h; sáb. almoço até 16h e dom. só almoço até 17h; fecha seg.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V.
Ar.
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(R$ 45,00)
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www.trattoriadarosario.com.br. Aberto em 2003.
Bargaço
Moqueca: receita-símbolo da rede que hoje está em seis capitais Esta é a sexta vez que o Bargaço recebe o prêmio de melhor pescado segundo o júri de VEJA Brasília. Criado em 1971, em Salvador, pelo empresário Leonel da Rocha, o restaurante hoje conta com seis filiais em diversas capitais do Brasil. Em Brasília, os nordestinos Genival Lima e Adriana Gianni comandam a casa construída em lugar privilegiado no Pontão do Lago Sul. Fica num grande quiosque aberto, com bela vista para o lago. Com uma certa licença, é possível até evocar um cantinho à beira-mar. Esse cenário inspirador fica completo com as receitas que saem da cozinha pelas mãos do chef Francisco Holanda. Todos os meses, o restaurante consome aproximadamente 1 000 quilos de pescado, que são trazidos em sua maioria de cidades do Nordeste ou então de Santa Catarina. No cardápio, as moquecas têm destaque especial. Uma das mais completas é a que tem o nome da casa, feita de peixe, camarão e lagosta, acompanhados de arroz, farofa e pirão. Mas não é sempre que o cliente encontra esse prato, já que, dependendo da época do ano, aumenta a dificuldade para comprar a lagosta. Em uma outra sugestão, a peixada brasiliense, o peixe é cozido ao molho de tomate com legumes e acompanhado de arroz e farofa. Para beber, duas caipirinhas fazem sucesso: a de serigüela e a de lima. Para a sobremesa, das diversas opções de doces caseiros, a mais pedida é a cocada baiana. Cremosa, pode vir nas versões coco branco ou coco queimado. $$$
Pontão do Lago Sul, QI 10,
(61) 3364-6090 (170 lugares). 12h/0h (sex. e sáb. até 1h; dom. e feriados até 23h).
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(R$ 15,00)
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www.restaurantebargaco.com.br. Aberto em 1994.
Baco
O cliente decide: ingredientes de primeira sobre massa fina, grossa ou com borda recheada Em 1999, o chef-proprietário Gil Guimarães decidiu abrir uma casa para colocar em prática o que havia aprendido em cursos de panificação e enologia em Paris. Começou com a Baco Bar à Vin, um ponto na feira gastronômica Quituarte, que era especializado em pães, antepastos, vinhos e sanduíches. A casa servia algumas poucas opções em pizza, mas aos poucos a massa leve foi ganhando admiradores, o que levou Gil a abrir, oito meses depois, a primeira pizzaria. Em 2003, ele viajou para Nápoles, na Itália, a fim de pesquisar sobre a origem e o preparo da verdadeira pizza. Quando voltou, abriu a segunda casa. Hoje a Baco tem três endereços na cidade: a matriz na Asa Norte e duas filiais na Asa Sul. O cardápio traz versões tradicionais de cobertura e algumas criações que fazem sucesso entre os clientes. A massa pode ser pedida à napolitana (borda grossa e meio fino) ou à romana (borda e meio finos), além da versão integral. Entre os sabores, a margherita (mussarela, manjericão e molho de tomate descascado) lidera o ranking de pedidos. Mas, se a idéia é provar algo diferenciado, peça a caprina com sálvia (queijo de cabra, panceta, tomate-cereja, sálvia e mussarela). Na casa que leva o nome do deus romano do vinho, não poderia faltar uma boa carta nem mesmo uma adega climatizada. Cerca de noventa rótulos estão à disposição do cliente para acompanhar o jantar. Uma sugestão é o argentino La Flor de Pulenta Malbec 2006. A bebida também é vendida em cinco opções na taça. Além de pizzas doces, para finalizar a refeição o menu inclui morangos bêbados – morangos, espumante, sorvete de creme e calda de morango. Pela terceira vez, o júri de VEJA Brasília elege o restaurante como a melhor pizzaria da cidade. $$
303 Sul, bloco C, loja 29,
(61) 3321-4605. 18h/1h. Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V.
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Entrega em domicílio (61/3223-0323). 309 Norte, bloco A, loja 30,
(61) 3274-8600 (96 lugares). 18h/1h. Cc.: D, H, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: V.
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(R$ 18,00)
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Entrega em domicílio (61/3223-0323). 408 Sul, bloco C, loja 30,
(61) 3244-2292 (144 lugares). 18h/1h. Cc.: D, H, M, V e A. Cd.: M, R e V. Cr.: V. Ar.
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(R$ 18,00)
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Entrega em domicílio (61/3223-0323). www.bacopizzaria.com.br. Aberto em 2000.
Carpe Diem
Bufê ou à la carte: opções para agradar a 60 000 comensais por mês No Carpe Diem, os números dizem tudo. As cinco unidades do restaurante espalhadas pela cidade reúnem um time de 300 funcionários, que atendem 60 000 clientes todo mês. Em sete anos de veiculação de VEJA Brasília, a rede conquistou seis prêmios, sendo quatro como a melhor feijoada e os dois mais recentes na categoria melhor cozinha variada. A concepção e o preparo dos pratos são os mesmos em todos os endereços, mas a preferida dos brasilienses é mesmo a matriz, localizada na 104 Sul. No completo bufê da hora do almoço, são servidos pratos quentes, saladas, massas e omeletes. Entre as opções estão o cassoulet, o bacallhau à fiorentina, a rabada (servida às sextas-feiras) e o filé mignon à café de paris, preparado na hora diante do cliente. O sábado é dedicado à consagrada feijoada: as carnes são separadas e há lingüiça mineira, pernil fatiado, couve, sobremesa e três tipos de batida. O cliente paga um preço fixo e se serve à vontade. Além das receitas do bufê, algumas opções do menu à la carte merecem destaque. Um dos mais pedidos é o filé mignon ao alho crocante. No quesito sobremesas o procedimento é o mesmo. Um bufê expõe algumas receitas a preço fixo. Pode-se, ainda, escolher entre as opções do cardápio, como a banana new orleans (banana flambada acompanhada de uma bola de sorvete de creme, canela e doce de banana). À noite, são servidos petiscos e chope gelado, e uma mesa de antepastos é montada. Não é raro acontecerem shows e lançamento de livros e CDs, além de algumas exposições. $$$
104 Sul, bloco D, loja 1,
(61) 3325-5301 (280 lugares). 12h/2h. Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. Cr.: T e V. Couvert: R$ 8,50. Ar.
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(R$ 10,00)
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; Brasília Shopping, lojas 92L e 4N,
(61) 3327-2149 (120 lugares). 12h/22h. Cc.: D, H, M, V e A. Cd.: M, R e V. Cr.: T e V. T.: Tr.
(no shopping). Ar.
(R$ 20,00)
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; CasaPark, loja 152,
(61) 3234-2900 (120 lugares). 12h/22h. Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. Cr.: T e V. T.: Tr. www.bacopizzaria.com.br
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; Terraço Shopping, lojas 180 a 182,
(61) 3363-1777 (216 lugares). 12h/0h. Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. Cr.: T e V. T.: Tr.
(no shopping, R$ 2,00 por duas horas).
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Mais um endereço. www.carpediemrestaurante.com.br. Aberto em 1991.
Dom Francisco
Segredo bem guardado: 20 000 garrafas de 1 000 rótulos diferentes Num salão amplo, com ar condicionado forte e vista para o Lago Paranoá, homens engravatados conversam em voz baixa ao lado de taças cheias de vinho. Garçons em alinhados summer jackets e gravatas-borboletas pretas circulam pelo ambiente. Esses são os cenários e personagens vistos em um almoço qualquer no Dom Francisco da Asbac. O que não se vê, porém, é a gigantesca adega de vinhos, com cerca de 20 000 garrafas de 1 000 rótulos diferentes, que compõem a melhor carta de vinhos da cidade, eleita pela quarta vez consecutiva pelo júri de VEJA Brasília. Didática, ela separa as sugestões entre o Novo e o Velho Mundo com valores que podem variar de 18 a 22 000 reais. Para fazerem parte da carta da casa, os rótulos passam pelo crivo do proprietário, Francisco Ansiliero. Quando compra um vinho que nunca experimentou, ele organiza um almoço e convida amigos gourmets e enólogos para uma avaliação. Francisco diz que vai às degustações das importadoras e só compra produtos que apresentam uma boa relação entre preço e qualidade. No restaurante, os vinhos que mais saem são os chilenos, portugueses e brasileiros. Entre as dicas do proprietário estão o português Cartuxa, da região do Alentejo, e o brasileiro Lote 43, produzido pela vinícola gaúcha Miolo. Para acompanhar tantas opções da bebida, o cardápio lista pratos preparados com carnes, como a picanha na brasa com farofa, ou peixes, a exemplo do famoso bacalhau ao forno em lascas com arroz de brócolis. $$$
Academia de Tênis, trecho 4, conjunto 5, lote 1B,
(61) 3316-6285/6265 (160 lugares). 12h/0h (sex. e sáb até 1h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V.
Ar.
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; Associação dos Servidores do Banco Central (Asbac), Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES), trecho 2, conjunto 31,
(61) 3224-8429 (300 lugares). 12h/23h (sex. e sáb. até 0h; dom. só almoço até 17h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V.
Manobr. Ar.
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; 402 Sul, bloco B, lojas 5, 9 e 15, Asa Sul,
(61) 3224-1634 (98 lugares). 12h/0h (sex. e sáb. até 1h). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. Ar.
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www.domfranciscorestaurante.com.br. Aberto em 1988.