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22 de Novembro de 2007Bares
* Preços coletados até novembro de 2007
Veja também A melhor barraca de praia
O melhor caranguejoBeach Park
Iguaria à beira-mar: crustáceos trazidos do Maranhão Não são apenas os turistas que freqüentam o gigantesco parque aquático na praia de Porto das Dunas, a 35 minutos do centro de Fortaleza. Os próprios cearenses também se esbaldam em suas dezoito atrações, entre elas o maior toboágua do mundo, com 41 metros de altura. No complexo, que tem ainda um resort, fica a melhor barraca de praia na opinião do júri de VEJA Fortaleza. Fincada na areia, tem 290 mesas espalhadas numa área de 600 metros quadrados. Para instalar-se em uma delas não é necessário pagar pela entrada do parque (R$ 80,00). Ali os pais costumam fazer uma boquinha enquanto a criançada se diverte nos brinquedos. O campeão de pedidos é o inigualável caranguejo, que, não à toa, foi também eleito o melhor pelo júri. Só é possível "destrinchar" o crustáceo com um martelinho de madeira aos sábados, domingos e feriados, únicos dias em que eles são oferecidos. Todos os caranguejos são trazidos do Maranhão. Chegam em caminhão refrigerado, acomodados em caixas intercaladas com espumas umedecidas em água de mangue, seu habitat. Antes de irem para a mesa, são temperados com água e sal e depois cozidos em uma mistura especial à base de leite de coco, verduras e temperos regionais. Em cada porção, são servidas quatro unidades (R$ 19,90). Por tudo isso, o sucesso é garantido: são 12 000 unidades vendidas por mês. Para combinar, a sugestão é a cerveja gelada (R$ 5,10 a garrafa de 600 mililitros). O cardápio lista ainda petiscos como o bolinho de camarão (R$ 4,70 a unidade), além de saladas, aves e moquecas. Aos sábados, domingos e feriados, bandas de pop rock se apresentam no local.
Rua Porto das Dunas, 2734, Porto das Dunas, Aquiraz,
(85) 4012-3000. 9h30/17h30 (sex. a ter. e feriados). Na alta temporada, diariamente. Cc.: D, H, M, V e A. Cd.: M, R e V. Couvert art.: R$ 3,00 (sáb. e dom.).
(R$ 6,00 a diária).
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www.beachpark.com.br. Aberto em 1985.
Bar do Arlindo
Chorinho e samba: fundo musical para os petiscos e a cerveja gelada Mesas de plástico, ambiente simples e cerveja invariavelmente gelada. O Bar do Arlindo é um genuíno representante do gênero boteco e foi nessa especialidade que o júri de VEJA Fortaleza o elegeu campeão. Apenas dezoito mesas são suficientes para tomar conta do ambiente, administrado por Arlindo Amora Lima. Em dias de maior movimento, são distribuídas cadeiras na calçada. O burburinho da casa fica a cargo de um público eclético: executivos que trabalham no bairro, jornalistas, fotógrafos e arquitetos. Nas noites de terça, o público triplica por causa da apresentação do grupo de chorinho Nabuco 2186. Já no sábado, quem dita o ritmo é um grupo de samba de mesa que também faz show ao vivo. Nos outros dias, a música é ambiente, quase sempre MPB e samba. A cerveja de 600 mililitros é a mais pedida para aplacar o calor cearense. Entre um copo e outro, a clientela costuma apostar nos petiscos de tempero bem caseiro: feijão-verde (R$ 5,90) e arroz de arraia (R$ 5,80 a meia porção). Há algumas opções de cachaça, como a piauiense Mangueira (R$ 1,50 a dose), vendida também em garrafa de 600 mililitros (R$ 6,90). Os clientes mais fiéis não voltam para casa sem antes "bater o ponto" num antigo relógio de cartões que ajuda a decorar o local.
Rua Joaquim Nabuco, 2186, Dionísio Torres,
(85) 3268-1436. 15h/último cliente (seg. a sáb.). Aberto em 1998.
O melhor chope
O melhor para petiscarBoteco
Trunfo do campeão: chegar à mesa na temperatura ideal e com o colarinho na medida certa Cardápio com mais de noventa tentadores itens e chope cremoso que chega à mesa a exatos 3 graus negativos – é essa a fórmula de sucesso do Boteco, filial de rede pernambucana que se inspira nos antigos botequins cariocas. Tanto é assim que a casa conquistou do júri de VEJA Fortaleza os títulos de o melhor para petiscar e o melhor chope. Dos tira-gostos, boa parte circula em bandejas entre as mesas e há clássicos como a coxinha de galinha do leite, com ossinho e tudo (R$ 5,60). A versão com caranguejo, com a patinha do crustáceo, também faz sucesso (R$ 5,60). O cardápio lista ainda fartos sanduíches que podem vir acompanhados de fritas, como o filé com queijo-do-reino (R$ 17,90). Aos sábados, o bar serve bufê de feijoada a R$ 22,90 por pessoa. Os cuidados com o chope são especiais. A casa tem modernas chopeiras elétricas, mas, antes de seguir para lá, a bebida descansa em câmara fria durante 24 horas. Só então o líquido é retirado para o consumo. O Boteco tem música ao vivo ao longo da semana: samba de mesa na terça e na quinta, forró pé-de-serra na quarta e pop rock no sábado, dia em que um grupo de chorinho se apresenta também na hora do almoço.
Avenida Antônio Sales, 3177, Dionísio Torres,
(85) 3461-2872. 17h/último cliente (seg. a qui.); 16h/último cliente (sex.); e 12h/último cliente (sáb. e dom.). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R e V. Couvert art.: R$ 3,30 (ter. e qui.), R$ 5,00 (qua., sex, sáb. e dom.).
Manobr. Aberto em 2000.
Picanha do Cowboy
Descanso merecido: point do fim de tarde para quem sai do trabalho Tão logo a noite cai na capital cearense, fica difícil conseguir uma mesa neste bar que, pelo terceiro ano consecutivo, conquista do júri de VEJA Fortaleza o título de a melhor happy hour da cidade. O lugar é ponto de encontro de executivos e profissionais liberais que, após o trabalho, se negam a voltar para casa sem antes bebericar alguns copos de cerveja gelada (R$ 3,20 a garrafa de 600 mililitros). Tudo é devidamente escoltado pelos tentadores petiscos do local, a começar pelos grelhados preparados na brasa. A porção de 100 gramas da já famosa picanha sai por R$ 4,90. O frango desossado também faz sucesso (R$ 3,20 por 100 gramas). Ainda conta pontos a favor do lugar a charmosa decoração de estilo country, com duas esculturas de cavalos em tamanho natural, um deles com traje de cowboy. Os garçons também servem as mesas vestidos a caráter, com chapéu e camisa que faz referência ao famoso rodeio de Barretos, em São Paulo. A casa tem área coberta e mesas na calçada, mas como a clientela não pára de crescer o proprietário, José Ossian Aguiar, está ampliando o espaço. Aos sábados, o bar oferece feijoada (R$ 8,90 a porção) e tem música ao vivo à noite.
Avenida Dom Luís, 685, Aldeota,
(85) 3261-4491. 17h/2h (seg. a sex.); 11h/2h (sáb.); e 11h/17h (dom.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. Couvert art.: R$ 3,00 (sáb.).
Aberto em 1994.
Degusti
Palco diverso: ambiente tanto para shows quanto para bate-papo Um repertório eclético embala a clientela deste agradável endereço, que conquistou o título de o melhor bar de música ao vivo na opinião do júri de VEJA Fortaleza. De terça a domingo, o Degusti promove shows diversos: jazz, blues e soul na terça, pop rock na quarta, na quinta e no sábado, clássicos do rock internacional e nacional na sexta e MPB e bossa nova em voz e violão no domingo. Apesar da programação que nunca pára, esqueça o palco e os holofotes. Aqui tudo é bem intimista e tem som numa altura que permite o bate-papo nas mesas. Os grupos se apresentam numa arborizada área ao ar livre, mas é possível curtir a música também no espaço interno, onde livros e fotos de grandes astros decoram as paredes. Tudo caprichosamente pensado pelos sócios Regina Mendonça, Ricardo e Alexadre Reis e João Studart. Entre uma canção e outra, o público se distrai com os bons petiscos do lugar, como a lingüiça calabresa flambada no conhaque na frente do cliente (R$ 10,90). Para combinar, a casa oferece uma diversificada carta de cervejas com 35 opções, tais como a carioca Devassa Loura (R$ 5,90), a alemã Erdinger (R$ 13,90 a garrafa de 500 mililitros) e a belga Stella Artois (R$ 5,20). Vende ainda espumantes de cerveja, como a Eisenbahn Lust, feita em Blumenau (R$ 79,00 a garrafa).
Rua Vilebaldo Aguiar, 352, Parque do Cocó,
(85) 3262-1719. 18h/0h (ter., qua. e dom.); e 18h/1h (qui. a sáb.). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R e V. Couvert art.: R$ 3,00 a R$ 3,50. Ar.
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Entrega em domicílio. Aberto em 2005.
Buoni Amici's Sport Bar
Show de bola: festa todos os dias na casa decorada com referências do futebol O melhor lugar para dançar em Fortaleza, na opinião do júri de VEJA, é este charmoso bar, fincado no pólo noturno do Centro Cultural Dragão do Mar. O casarão de 1919 tem pé-direito alto e decoração que, literalmente, é show de bola: 52 camisas de times de futebol, quadros, flâmulas e outros adereços coletados pelo proprietário Célio de Paiva, um apaixonado pelo esporte. Há ainda três mesas de sinuca. Mas é na pista de dança que a casa tem sua maior atração. A programação musical é um convite aos que querem "se jogar", principalmente na sexta, quando os DJs Marquinhos e Guga de Castro comandam o projeto Farra na Casa Alheia. Eles animam o público com um repertório eclético – samba e suas vertentes regionais como carimbó, além da nova música popular brasileira como Seu Jorge, Marcelo D2 e DJ Dolores. Sábado é dia de cair no samba com os grupos Academia e Policarpo. A casa também abre espaço para projetos especiais e para shows de artistas renomados como a cantora Elza Soares, que se apresentou no lugar recentemente. Depois de arriscar alguns passos, a clientela repõe as energias com pizzas como a amici's especial, de peperone, pimentão, lingüiça italiana, champignon fresco e cebola (R$ 43,70 a grande, de doze pedaços). O bar trabalha com cerveja (R$ 3,50) e chope (R$ 3,00). A entrada custa de R$ 5,00 a R$ 20,00 (qua. a dom.).
Rua Dragão do Mar, 80, Centro Cultural Dragão do Mar, Praia de Iracema,
(85) 3219-5454. 16h/último cliente (seg. a dom.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V.
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www.buoniamicis.com.br. Aberto em 2000.
Café Pagliuca
Trilha sonora: o jazz potencializa o clima de romantismo O bar sobe novamente ao pódio dos campeões e recebe do júri de VEJA Fortaleza, pela nona vez, o título de o melhor para ir a dois. Alguns atributos explicam por que o lugar acolhe tão bem os casais da cidade – a começar pelo ambiente à meia-luz regado a boa música. O capricho na seleção é mérito dos proprietários Antonio Carlos e Daniel Pagliuca, pai e filho apaixonados por jazz. Na terça e na sexta, a partir das 21 horas, um grupo se apresenta na casa. Às quartas, quintas e aos sábados um pianista embala os casais. Apesar de todo o ambiente ser bastante aconchegante, existe um cantinho especial que favorece o romance. Trata-se de alguns poucos sofás que ficam instalados numa área com teto de vidro. Esse detalhe faz do espaço o mais concorrido nas noites de lua cheia. O Café Pagliuca prepara bons drinques como o sex on the beach, com groselha, suco de laranja, vodca e licor de pêssego (R$ 6,00). O cardápio ainda lista petiscos como a tábua de frios (R$ 19,80), o carpaccio de salmão (R$ 25,80) e o bolinho de macaxeira com carne-de-sol (R$ 8,50). A casa também serve almoço executivo e feijoada no sábado. Apreciadores de charuto costumam se reunir no bar.
Rua Barbosa de Freitas, 1035, Aldeota,
(85) 3224-1903. 12h/15h30 e 17h30/1h (seg. a sex.); e 12h/1h (sáb.). Cc.: D, M, V, A e Oboé Card. Cd.: M, R e V. Couvert art.: R$ 5,50 (ter.) e R$ 4,40 (qua. a sáb.). Ar.
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www.cafepagliuca.com.br. Aberto em 1998.
Fafi Bar
Ambiente descolado: propício para a azaração Antes de abrir o charmoso espaço, a mineira Fafi morou na Espanha por cerca de vinte anos. Lá administrou diversas casas noturnas, inclusive em Ibiza. Quando o filho Daniel fixou morada no Ceará, a saudade falou mais alto e ela arrumou as malas para Fortaleza, onde, há três anos, comanda o bar. O lugar é famoso por sua música e tornou-se ponto de encontro de gente bonita e descolada. São atributos que explicam, em parte, por que a casa foi eleita pelo júri de VEJA Fortaleza a melhor para paquerar. Somam pontos ainda o ambiente superpitoresco, com quadros de artistas plásticos que expõem no local, fotos de grandes astros da música mundial e iluminação amena com tons coloridos que mudam periodicamente. A programação eclética de shows também ajuda na azaração. Isso porque há públicos específicos em cada dia da semana. Na quarta, por exemplo, costuma aparecer por lá um público indie-rock. Quinta é o dia preferido da turma que é fã de samba-rock. Na sexta, dia em que os amantes do rock'n'roll, blues e jazz se encontram. Como a casa está sempre cheia, até as mesas da calçada ficam tomadas, o que reforça o clima de paquera e oba-oba. Para fazer uma boquinha há opções como o arroz de camarão (R$ 14,90). A própria Fafi sugere drinques caprichados como o orgasmo selvagem, preparado com licor de cacau, licor de pêssego, curaçau e tequila (R$ 5,00).
Rua Norvinda Pires, 55, Aldeota,
(85) 3261-3049/ (85) 9992-8532. 18h/último cliente (qua. a sáb.). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R e V. Couvert art.: R$ 2,50 a R$ 3,50.
Aberto em 2004.