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01 de Junho de 2008Comidinhas
* Preços coletados até junho de 2007
• O melhor café regional • O melhor pão • A melhor tapioca • O melhor sanduíche • Eliza • A melhor cafeteria • Turiyá Amazônia • O melhor sorvete • O melhor doce • O melhor suco • O melhor salgado • O melhor tacacá
Veja também • Conheça os jurados
• Quadro: Como eles votaram
O melhor café regional
A melhor tapiocaEliza
Bufê farto e tapiocas feitas na hora: atrativos da padaria Posicionado logo na entrada, o farto bufê é o centro das atenções na padaria. São dezenas de delícias. Há bolos, tortas, pães, frios, minissanduíches, sucos, cafés, frutas frescas, uma grande variedade de salgados, mingau, pamonha, munguzá e uma série de outros quitutes. Os clientes podem degustar os produtos nos amplos salões anexos, um deles climatizado. Em uma estação são preparados sanduíches e tapiocas na hora, com ingredientes à escolha do cliente. Dois dos campeões de pedidos são o sanduíche de tucumã com queijo e banana e a tapioca de coco com leite condensado. Durante a semana, os itens são vendidos por unidade. Aos domingos, a clientela paga R$ 14,50 e pode se servir à vontade. Entre os produtos de panificação destacam-se os minipães (de batata, de milho, de açaí, de beterraba e de leite), o pão húngaro, que leva frutas cristalizadas, o pão-pizza e o pão australiano, feito de cevada. Administrada por Eliza Toledano, a padaria ganhou neste ano dois títulos do júri de VEJA Manaus: o de melhor café regional da cidade e o de melhor tapioca, num empate com o Turiyá. A casa também promove coffee break e tem um salão de festas que pode ser alugado para eventos.
Rua Paraíba, 20, Conjunto Abílio Nery, Adrianópolis,
3642-9377 e 3236-2869. 6h/20h30 (seg. a sáb. e feriados); e 7h/13h (dom.). Cc.: M e V. Cd.: M, R e V. T.: Tr e V.
Ar.
Entrega em domicílio (R$ 3,00 em média). Aberto em 1986.
O melhor doce
O melhor salgadoTortas & Tortas
Delícias da confeitaria: mais de quarenta variedades Como o nome anuncia, as tortas são a especialidade da casa. O cardápio – que lista mais de quarenta sabores – foi elaborado pelo proprietário, Leonardo Junqueira, que deixou o trabalho na indústria para estudar pâtisserie. Hoje, além de administrar a loja de fábrica, na Avenida Darcy Vargas, ele supervisiona as quatro franquias (três em Manaus e uma em Roraima). Somente na matriz são 42 funcionários – 28 deles na cozinha. A produção é artesanal e as receitas não levam nenhum tipo de conservante. Entre as tortas mais pedidas estão as de morango com chantilly, de cupuaçu, de limão e de morango com chocolate pão-de-ló. O morango é trazido de São Paulo, do Paraná e de Minas Gerais, de acordo com a época do ano. Outros sabores requisitados são nata com vinho do Porto, nozes com ameixa, merengue com amêndoas e mesclada (pão-de-ló, beijinho de coco, brigadeiro e cobertura de chocolate). O cliente pode pedir uma fatia (R$ 35,00 o quilo, em média) ou levar a torta inteira para casa (o preço vai de R$ 40,00 a R$ 180,00). Essas delícias levaram o júri de VEJA Manaus a conceder à casa o título de o melhor doce da capital pela segunda vez consecutiva. Atualmente, Leonardo está construindo um centro de distribuição para servir às franquias – e, assim, ter mais espaço na loja da Darcy Vargas. A idéia é montar uma ilha no mezanino para servir cafés gourmet. Para acompanhar a bebida, há apenas um tipo de salgado no menu – o melhor da cidade, na opinião do júri de VEJA Manaus. Trata-se de um pastelzinho assado, servido nas versões frango, palmito, frango com palmito (R$ 1,75 cada um) e bacalhau (R$ 3,50).
Avenida Darcy Vargas, 729, Chapada,
3657-8288. 10h/20h (seg. a sáb.); e 15h/20h (dom. e feriados). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: V.
Ar. Entrega em domicílio. Millenium Shopping Mall – Avenida Djalma Batista, 1661, Chapada,
3214-2731. 10h/22h (seg. a sáb.); e 12h/20h (dom. e feriados). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: V.
Ar. Entrega em domicílio. Shopping São José do Rio Negro – Avenida Humberto Calderaro, Adrianópolis,
3646-8000. 10h/20h (seg. a sáb.); e 15h/20h (dom. e feriados). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: V.
Ar. Entrega em domicílio. Aberto em 2000.
O melhor pão
O melhor sanduíche
A melhor cafeteriaPão & Companhia
Produção artesanal e ingredientes selecionados: casa triplamente premiada Franquia de uma rede fundada em Belo Horizonte há 25 anos, a casa segue o padrão da matriz na fabricação dos pães – o processo é lento e artesanal. A massa é feita com farinha trazida de Fortaleza, no Ceará, água de poço artesiano (segundo o proprietário, Luiz Carlos Viana Rodrigues, com menos cloro), fermento biológico e sal. Não leva nenhum tipo de aditivo ou de conservante. Após ser preparada, a massa vai para um tacho de inox descansar por algumas horas e só depois é acrescida de leite, ovos e outros ingredientes. "Esse procedimento dá mais qualidade e sabor aos produtos, além de proporcionar uma melhor digestão", garante Luiz Carlos. São mais de cinqüenta tipos de pão. O italiano, para dar um exemplo, leva cerca de doze horas para ficar pronto. Outros destaques são o ciabatta, o ciabatta de provolone, o de cinco grãos, o pão de centeio, o de champanhe, o de milho, o de batata, a baguete, o sueco e o grissini. O preço do quilo varia entre R$ 7,00 e R$ 16,90. A clientela pode escolher o pão e montar seu sanduíche na hora. Há mais de quarenta ingredientes disponíveis, entre queijos, frios e patês (como os de alho, de azeitonas pretas, de berinjela, de tomate seco e de ricota com ervas). Pode ser servido quente ou frio (custa R$ 22,90 ou R$ 33,90 o quilo, de acordo com os itens escolhidos). Ainda há um bufê com bolos, tortas, croissants, doces, pão de queijo e outros quitutes (R$ 29,90 o quilo). Para beber, serve um expresso cujo blend foi criado especialmente para a casa. Mistura grãos do norte do Paraná e do sul e cerrado de Minas Gerais. Para garantir a qualidade, os funcionários fizeram curso de barista. Uma nutricionista acompanha toda a produção dos quitutes – feitos com óleo de palma, sem gordura transgênica. Todos esses cuidados garantiram à casa nada menos do que três títulos: o de melhor pão da cidade, o de melhor sanduíche e o de melhor cafeteria – prêmios conferidos pelo júri de VEJA Manaus.
Avenida Pedro Teixeira, 1000, Dom Pedro,
3656-3737. 7h/21h (seg. a sáb. e feriados); e 7h/12h (dom.). Cd.: M, R e V.
Ar. Avenida João Valério, 209, Conjunto Vieiralves, Nossa Senhora das Graças,
3584-4510. 7h/21h (seg. a sáb.). Cd.: R e V.
Ar. Amazonas Shopping Center – Avenida Djalma Batista, 482, Adrianópolis,
3642-3634. 9h/22h (seg. a sáb.); e 15h/21h (dom. e feriados). Cd.: M, R e V.
Ar.
Mais um endereço. www.paoecia.com.br. Aberto em 1990.
Glacial
Técnicas italianas e frutas regionais: combinação campeã Como o sorvete da Glacial é vendido há pelo menos quarenta anos, é raro encontrar um manauara que nunca o tenha provado. A delícia é servida atualmente em nove pontos-de-venda. A história começou quando o português Joaquim Silveira colocou uma máquina de fazer picolés em seu bar, na década de 50. Foi o filho, Antonio, quem abriu a sorveteria, cerca de vinte anos depois. Ele trouxe equipamentos e técnicas da Itália e adaptou o produto ao gosto regional, utilizando frutas amazônicas como ingredientes. Atualmente, são vendidos sessenta sabores, que variam conforme o endereço e a época do ano. Entre as opções estão açaí, amendoim, cupuaçu, castanha, coalhada, frutas tropicais, graviola, tucumã, tapioca, taperebá e málaga (um tipo de vinho). Algumas novidades são os sorvetes de pupunha, de pimenta-vermelha e de araçá-boi (uma fruta cítrica que lembra o cajá). A casquinha com uma bola custa R$ 2,50. Também há taças especiais, picolés e, em algumas lojas, um bufê self-service. Os proprietários afirmam que os produtos são feitos com leite desnatado e não têm gordura transgênica. A casa foi eleita pelo júri de VEJA Manaus, pela segunda vez consecutiva, como a que serve o melhor sorvete da cidade.
Rua Major Gabriel, 2000, esquina com a Avenida Ayrão, Praça 14,
0800 920505. 10h/23h30 (seg. a dom.).
Ar.
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Calçadão da Ponta Negra, boxe verde,
3658-3980. 16h/0h (seg. a sex.); e 10h/23h30 (sáb. e dom.). Ar.
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Avenida Getúlio Vargas, 188, esquina com a Rua Lauro Cavalcante,
3233-7940. 10h/23h30 (seg. a dom.). Ar.
Mais seis endereços www.glacial.com.br.
Energia
Bebidas encorpadas feitas com frutas frescas: trinta anos de sucesso O boxe de alumínio construído na calçada da antiga Avenida Ayrão recebe os manauaras há mais de três décadas. Uma placa fixada na parede acima do balcão exibe o cardápio: sanduíches tradicionais, quase vinte tipos de sucos e vitaminas. Os lanches mais pedidos são o x-filé salada (R$ 6,50) e o x-salada (R$ 3,50). Outras sugestões são o misto (R$ 1,50), o queijo com banana (R$ 2,90), o x-salsicha (R$ 3,50) e, para quem estiver com bastante fome, o x-tudo (hambúrguer, salsicha, ovo, bacon, presunto, queijo e salada; R$ 4,00). O proprietário, Gilvan da Silva, faz questão de ressaltar a qualidade dos produtos. Segundo ele, as frutas utilizadas para os sucos são compradas diariamente. Entre os sabores mais requisitados estão taperebá, melancia, laxi (laranja com abacaxi) e laranja com cenoura e beterraba. Podem ser servidos em jarras de 1 litro ou de 500 mililitros (R$ 7,00 e R$ 3,50 em média, respectivamente). Algumas opções são feitas com polpa, como a de graviola e a de cupuaçu. Entre as vitaminas, destaque para a energética, feita com guaraná, amendoim, mel, banana, mamão, abacate, maçã, beterraba e laranja. A clientela pode degustar as delícias em pé, no balcão, acomodar-se em uma das mesinhas de plástico da calçada – que é coberta – ou ser atendida dentro do carro por um dos funcionários. Neste ano, a casa levou o título de melhor suco da cidade do júri de VEJA Manaus.
Rua Valdemar Pedrosa, 577, (antiga Avenida Ayrão), centro,
3231-1664 e 3234-3571. 9h/3h (seg. a qui. e dom.); e 9h/5h (sex. e sáb.). T.: Tr. Entrega em domicílio (de R$ 1,00 a R$ 3,00). Aberto em 1970.
Tacacá da Gisela
Receita de Rosa Maria: destaque no Largo São Sebastião A barraca onde o casal Rosa Maria Vital e Joaquim Melo serve as quentíssimas cuias todos os dias se tornou ponto turístico da capital. Instalada no Largo São Sebastião, em frente ao Teatro Amazonas, a casa faz tanto sucesso entre os visitantes que precisou elaborar um menu em quatro idiomas – português, inglês, francês e espanhol –, que explica o que é e do que é feita uma das vedetes da cozinha regional. Neta de paraenses, Rosa conta que aprendeu a preparar o tacacá com a mãe. Ela utiliza camarão maranhense e manda trazer o tucupi da região de Janauacá, no interior do estado. O tempero é segredo absoluto. A cuia, servida numa cesta de vime, custa R$ 7,00. Mas o atrativo do Tacacá da Gisela (cujo nome homenageia a primeira tacacazeira da praça de que se tem notícia) não é apenas o caldo. A região – tombada pelo Patrimônico Histórico – já vale a visita, mas às quartas-feiras o programa é ainda melhor. Nesse dia acontece o Tacacá na Bossa, projeto criado por Rosa e Joaquim para contribuir com o programa de revitalização do centro. No fim da tarde, músicos locais – inclusive integrantes de orquestras – apresentam-se ao lado da barraca. Dezenas de cadeiras são colocadas em frente ao palco improvisado para acomodar o público. "Nossa idéia é relembrar a época de ouro do ciclo da borracha, quando o Largo São Sebastião concentrava a vida social da cidade", explica Rosa. A dedicação do casal levou o júri de VEJA Manaus a eleger a casa como o melhor lugar para tomar um tacacá na capital.
Largo São Sebastião, centro,
8803-4901 e 3234-8856. 16h/22h (seg. a dom.) Aberto em 2003.