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Home > Revista > Edição nº 122 > Os melhores restaurantes
08 de Abril de 2009Os melhores restaurantes
Veja também
Como foi a votação
O chef do ano
Carlos Kristensen
(Hashi Art Cuisine)
Kristensen: formação na Tailândia e encanto
pela cozinha vietnamitaEm 1995, o gaúcho Carlos Kristensen decidiu sair mundo afora em busca do que gostava, ou seja, os aromas e sabores da boa gastronomia. Morou na Austrália, onde fez carreira como profissional de cozinha em Sydney e Melbourne. Especializou-se na Tailândia, não se entusiasmou com a comida chinesa, mas ficou impressionado com os pratos vietnamitas. Em 1999, veio passar as férias em Garopaba (SC) e, para financiar o passeio, começou a vender sushi na praia. O êxito inesperado levou-o a inaugurar um restaurante, aberto apenas no verão. Novo sucesso instantâneo fez com que desistisse de viajar pelo planeta novamente, iniciando uma brilhante carreira em seu país natal. Em 2005, o ponto sazonal de Santa Catarina evoluiu para o Hashi Art Cuisine de Porto Alegre, um espaço de luxo sóbrio e atmosfera acolhedora, guarnecido por cozinha impecável. Depois de ter sido chef revelação em 2008, Carlos Kristensen é escolhido pelo júri como o chef do ano da edição de 2009. Um prêmio à sua equilibrada culinária contemporânea, cheia de surpresas, que transita do carré de cordeiro (a "ovelha" tão ao gosto gaúcho) ao carpaccio de avestruz. Na entrada do Hashi, o sushi-bar, bem além da ortodoxia japonesa, traz uma elegante reminiscência das origens do chef.
A melhor carta de vinhos
Pampulhinha
Variedade incomparável: 160.000 garrafas de 3.600 rótulos A casa é reconhecida pelos peixes e frutos do mar, magnificamente preparados pelo proprietário e chef Jaime Pinheiro. São porções generosas, invariavelmente guarnecidas por cogumelo fresco, brócolis, ervilha-torta, aspargo verde e batata no vapor. Na imbatível carta de vinhos do Pampulhinha, porém, não faltam alternativas para exaltar as delícias da cozinha. Há duas adegas. Na parte de baixo do restaurante, aberta para o salão, vê-se uma caixa-forte. O imenso cofre pertencia a uma agência bancária instalada no local. Em vez de dinheiro e títulos de crédito, hoje ali estão, sob rigoroso controle de umidade e temperatura, algumas das garrafas mais preciosas produzidas no planeta: Château Petrus, Château Margaux, Mouton Rothschild, Lafite Rothschild, Montrachet, Vega-Sicilia, Brunello de Montalcino, Barca Velha, entre outras 160 000 garrafas de 3 600 rótulos. O La Tâche, o segundo vinho da Domaine de La Romanée-Conti, consta na carta a R$ 5 400,00 ("preço antigo", informa o garçom). Mas há boas surpresas a menos de R$ 100,00, casos do espanhol Don Román, por R$ 55,00, e do português Chaminé, por R$ 75,00, ambos tintos. A maior parte do tesouro está no andar de cima, num grande depósito, também climatizado. Para quem acha tamanha estrutura um exagero, Jaime Pinheiro lembra que o restaurante e a delicatessen anexa vendem cerca de 100 garrafas de vinho por dia. Ele precisa, portanto, estar prevenido.
Avenida Benjamin Constant, 1791, Floresta,
3342-2503/5475 (100 lugares). 11h30/14h e 19h/23h30 (sáb. almoço até 14h30; sex. e sáb. jantar até 0h; fecha dom. e em fevereiro). Cc.: A, D, M e V. Cd.: M, R e V.
Ar.
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Entrega em domicílio. Aberto em 1971. $$$
O melhor alemão
Steinhaus
Peixe à bretone: R$ 61,00, para duas pessoas Três gerações garantem o sucesso da casa, aos 30 anos de existência. Miriam Baumbach, a fundadora, continua a comandar a cozinha com o mesmo brilho, escolhendo pessoalmente os peixes no mercado e finalizando os pratos no fogão. Seu filho, Sergio, e a neta, Sabine, de 19 anos, dividem o comando do salão, confortável e acolhedor. O serviço, com garçons há tempos trabalhando ali, é irrepreensível, reforçado pelo olho vigilante e pela simpatia da jovem restauratrice. A pequena cozinha combina a fartura das porções e o refinamento na execução. Lembra um ícone inesquecível da culinária porto-alegrense: o restaurante Floresta Negra, extinto nos anos 90, que conseguiu fixar um notável padrão de excelência. O cardápio do Steinhaus encanta quem não o conhece e faz os nostálgicos suspirarem: pato impecável (com molho de carne, arroz picante e pedaços de damasco, R$ 43,00), magnífico peixe à bretone (linguado ou côngrio com molho de camarão, cogumelo e alcaparra, R$ 61,00, para duas pessoas). Batata suíça tão boa não se encontra nem em Genebra nem em Zurique, garantem os mais fanáticos. Uma das melhores sobremesas da cidade: a indizível panqueca de banana com sorvete de creme (R$ 12,00).
Rua Coronel Paulino Teixeira, 415, Rio Branco,
3330-8661 (50 lugares). 19h/23h30 (sex. e sáb. até 0h; fecha dom.). Cc.: A, D, M e V. Cd.: M, R e V. Ar.
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(R$ 20,00) Aberto em 1979. $$$
O melhor brasileiro
Cachaçaria Água Doce
Feijão-tropeiro: fartura nacional por R$ 42,60 (para dois) Inaugurada em março de 1999, a casa resistiu bravamente, tempos atrás, aos transtornos da demorada obra da Terceira Perimetral, que atrapalhava o acesso na Avenida Carlos Gomes. A ideia de abrir para almoço ajudou a consolidar um público fiel de executivos e empregados das empresas e lojas da vizinhança. Uma das noventa unidades da rede surgida em Tupã (SP) conseguiu fixar a imagem própria de bom restaurante ao meio-dia e bar com ótima cozinha à noite. São servidas 42 opções de pratos quentes, para duas pessoas, e petiscos. Entre as mais pedidas, arroz de carreteiro (R$ 40,50), carne de sol na moranga (R$ 78,60), escondidinho (R$ 36,70), portuguesinho (escondidinho com bacalhau, R$ 50,30), picanha na chapa com batata (R$ 43,00), feijão-tropeiro (com linguiça de porco, bacon, carne-seca, arroz e couve, R$ 42,60). A filial da Zona Sul, aberta em janeiro de 2008, capitalizou o prestígio da outra unidade. Em ambas, a carta de cachaças é extensa, com mais de 200 rótulos, a exemplo da celebrada Velho Pescador (R$ 7,30 a dose), elaborada na cidade litorânea de Osório, e a nacionalmente famosa e cara Anísio Santiago (R$ 32,30 a dose), de Salinas (MG). Como se não bastasse, a casa oferece 240 tipos de coquetel.
Avenida Carlos Gomes, 1581, Petrópolis,
3338-8261 (220 lugares). 11h30/14h e 18h/último cliente (sáb. almoço 12h/15h; fecha dom.). Cc.: A, D, M e V. Cd.: todos. Cr.: todos. T.: todos (só no almoço). Ar.
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Entrega em domicílio (3325-8888). www.aguadoce.com.br. Aberto em 1999. $$
A melhor carne
Na Brasa
Vazio de costela: um dos 26 cortes do rodízio,
a R$ 43,50O proprietário Lemir Magnani, gaúcho de Encantado, trabalhou como garçom de churrascaria no Rio de Janeiro. Voltou a Porto Alegre na década de 80, com a ideia de fazer no Rio Grande uma casa preocupada com qualidade, conforto e atendimento. Há cinco anos, esses itens têm garantido o êxito na votação promovida por Veja Porto Alegre. Dois salões abrigam até 320 pessoas. No almoço de fim de semana, o sucesso pode ser medido pela lotação completa já a partir das 11h30 e pelas filas que se prolongam além das 16 horas. Empresários, políticos e personalidades aguardam pacientemente. A espera vale a pena. A casa tem infraestrutura notável: a câmara fria abriga 22 toneladas das melhores carnes argentinas, uruguaias, gaúchas e mato-grossenses (rodízio a R$ 43,50, com 26 cortes). Constam na adega 480 rótulos de vinho. A variedade de opções de corte e de saladas é enciclopédica, mas a picanha e o vazio de costela – não por acaso os cortes mais pedidos – recebem um destaque extraordinário.
Rua Ramiro Barcelos, 389, Floresta,
3225-2205 e 3227-0952 (320 lugares). 11h/15h e 19h/0h (sáb. e feriados sem intervalo 11h30/0h; dom. até 23h). Cc.: A, D, M e V. Cd.: B, M, R e V. Cr.: todos. T.: C, T e V.
Ar.
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(R$ 40,00)
www.churrascarianabrasa.com.br. Aberto em 1990. $$$
O melhor francês
Le Bateau Ivre
Carré de cordeiro (R$ 54,00): sabor provençal Logo na entrada fica a cozinha, em primeiro lugar. Aberta ao visitante, envidraçada para o salão, permite ao cliente observar a ordem, a limpeza e a atuação bem sincronizada do chef e proprietário Gérard Durand com seus dois auxiliares. O salão do melhor francês da cidade lembra a Provença, terra natal de Durand: paredes coloridas, contrastes do requinte discreto com improvisações de bom gosto. O serviço é competente, com garçons vigilantes e cordiais. No cardápio, o cliente encontra ótimas opções. Ou pode abandonar-se ao jazz culinário do chef, que começa, por exemplo, com um tartar de pato (R$ 22,00), seguido dos profiteroles de siri (R$ 20,00), da delicada redução de caldo de lagosta e cogumelos num "pacote" de massa folhada (R$ 28,00). Como grand finale, o carré de cordeiro (R$ 54,00) ou uma irrepreensível vitela com molho cremoso (R$ 52,00) – tudo acompanhado por um vinho rosé Côtes de Provence, seco, gelado. A terrine de chocolate com creme de abacaxi (R$ 16,00) exigirá vinho branco licoroso e o reconhecimento da metáfora da chegada: no Le Bateau Ivre a cozinha está, de fato, em primeiro lugar.
Rua Tito Lívio Zambecari, 805, Mont'Serrat,
3330-7351 (50 lugares). 20h/23h (fecha dom. e seg.). Cc.: D e V. Cd.: V. Ar.
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(R$ 60,00)
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Aberto em 2002. $$$$
A melhor galeteria
Vêneto
Na brasa: os frangos são abatidos entre 35 e 45 dias São duas galeterias de serviço idêntico, mesmos proprietários, mas com endereços diversos: em Higienópolis, Zona Norte, e no Menino Deus, Zona Sul. A casa de Higienópolis tem preços ligeiramente mais altos. Em ambas, destacam-se a qualidade dos produtos e o serviço de ótimo padrão, comandados pela família Caumo – Renato, Rení e Eliana. A matéria-prima tem a mesma excelência: carnes frescas de franguinhos abatidos entre 35 e 45 dias, muito bem assados, com ricas guarnições. A fartura começa pelos tira-gostos, que incluem salame, queijo colonial, berinjela, pães, pasteizinhos, polenta frita. E continua na vasta mesa de saladas. Os galetos são servidos em rodízio (R$ 29,90), sistema que inclui cortes de churrasco (picanha e entrecôte, inclusive), costelinha de porco, linguiça calabresa e variados tipos de massa – todos elaborados na casa. Na verdade, a ave propriamente dita revela-se o item mais brilhante, por certo, de um desfile inesquecível.
Rua Dom Pedro II, 1148, Higienópolis,
3337-2173 (180 lugares). 11h30/14h30 e 19h/0h (sáb. e dom. almoço até 16h). Cc.: A, D, M e V. Cd.: B, M, R e V. T.: todos.
Manobr. Ar.
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Entrega em domicílio (3343-6099, taxa de R$ 6,00); Rua José de Alencar, 501, Menino Deus,
3233-1400 (380 lugares). 11h30/14h30 e 19h/0h (sáb. e dom. almoço até 16h). Cc.: A, D, M e V. Cd.: todos. T.: todos.
Manobr. Ar.
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Entrega em domicílio (3233-4111). Aberto em 1992. $$
O melhor italiano
Atelier de Massas
Tortelloni stefano (R$ 42,40): prato para dois, servido ao som de jazz A ideia original de Gelson Radaelli era montar um restaurante no piso inferior que sustentasse sua atividade de pintor num ateliê instalado no 2º andar de um imóvel improvável, sem garagem, na estreita Rua Riachuelo, no centro da cidade. Em pouco tempo, a oficina de arte cedeu lugar ao segundo salão da casa italiana que hoje é um sucesso consistente de dezessete anos. Radaelli continua a pintar, mas na maior parte do tempo traveste-se de chef de cozinha exigente e criativo que também cuida de uma selecionada carta de vinhos. Vale a visita, para observar as telas espalhadas pela casa e saborear as especialidades. Para começar, uma mesa de antepastos com 100 itens, incluindo queijos, frios, frutos do mar, cogumelos, conservas, vegetais e pães (100 gramas, R$ 5,92). Em seguida, convém preparar o estômago: agnollini aos quatro queijos (R$ 43,80, para duas pessoas), tortelloni stefano (recheado com queijo de cabra, noz-moscada e espinafre sob cobertura de alho assado, tomate fresco, pimenta dedo-de-moça, gengibre, radicchio, salsa, vinho branco e azeite, R$ 42,40) ou casonsei a dois santos (recheio de linguiça, batata e alho ao molho de sálvia, tomate fresco, azeite, lascas de parmesão e pimenta-do-reino, R$ 39,90), massas recheadas de sabores marcantes, entre outras dezenas de boas variações. Enquanto isso, ao fundo, Billy Strayhorn, Art Tatum, Coleman Hawkins e outros gigantes do jazz acrescentarão uma bela trilha sonora à sua refeição.
Rua Riachuelo, 1482, centro,
3225-1125 (80 lugares). 11h/14h30 e 19h/23h30 (sáb. almoço até 15h; fecha dom.). Cc.: todos. Cd.: B, M, R e V. Cr.: S, SP e V. T.: todos.
(R$ 6,00). Ar.
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(R$ 20,00)
; Entrega em domicílio (R$ 6,50 a R$ 9,90;
(3325-8888). Aberto em 1992. $$$
O melhor oriental
Koh Pee Pee
Camarão com arroz frito no abacaxi: receita tailandesa Considerado o melhor tailandês do Brasil pelo Guia Quatro Rodas, o Koh Pee Pee é resultado da obstinação do gaúcho Eduardo Sehn. Ele abriu a casa depois de uma viagem à ilha da Tailândia que dá nome ao endereço. O requinte e o luxo aparecem nos mínimos detalhes. Charmoso e acolhedor, decorado com madeira rústica e fibras naturais, o restaurante usa louça e talheres importados da Ásia. Há doze anos brilha, sem fazer nenhuma concessão, preservando a autenticidade e a fidelidade à raiz culinária, certificada oficialmente pelo governo tailandês. Dois cozinheiros, à vista do público, encantam os clientes com o preparo, em minutos, de elaborados pratos. O abrangente cardápio apresenta especialidades picantes, outras de sabor suave, que misturam frutos do mar e carnes, hortaliças e temperos frescos. Um exemplo, o khao pad goong subparrod combina camarão, arroz frito, uva-passa e castanha de caju, dentro de um abacaxi (R$ 59,00). Quem não for iniciado em culinária oriental terá a ajuda solícita e eficiente dos atendentes nas escolhas. Para a sobremesa, peça o kluai kock tod (R$ 16,00), banana empanada com calda de açúcar de palmeira e sorvete de creme. Eduardo Sehn cobra o preço do glamour e da qualidade excepcional. Ainda assim, o Koh Pee Pee está sempre cheio. É essencial fazer reserva.
Rua Schiller, 83, Rio Branco,
3333-5150 (120 lugares). 19h30/0h (fecha dom.). Cc.: A, D, M e V. Cd.: M, R e V. Cr.: V.
Manobr. Ar.
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(R$ 25,00)
www.kohpeepee.com. Aberto em 1997. $$$
A melhor cozinha de peixes e frutos do mar
Marco's
Prego em crosta de pera com gorgonzola: R$ 49,60 Marco Antonio Costa é responsável por um dos maiores sucessos da gastronomia gaúcha: o restaurante Marco's. A história começou no Porto de Rio Grande, 25 anos atrás, e desde 2004 conquistou a capital. Primeiro com a unidade do Shopping Total, seguida pela filial do Bourbon Shopping e, mais recentemente, com a inauguração do novíssimo ponto de 500 metros quadrados no Barra Shopping. Nos três endereços de Porto Alegre e na matriz costeira, os produtos utilizados e o cardápio, escolhidos pessoalmente por Marco Antonio Costa e pelo chef Maurício Fernan, revelam o traço comum da busca pela qualidade. Para tanto, Marco Antonio viaja ao litoral quase todas as semanas e escolhe os peixes e frutos do mar a bordo dos navios pesqueiros, garantindo sempre produtos mais frescos. No cardápio, o camarão crocante em fios de batata com risoto de rúcula (R$ 44,00) é um sucesso perene. Às vezes, dependendo dos humores do oceano, surge uma deslumbrante novidade, como o peixe-prego em crosta de pera com gorgonzola e farofa doce (R$ 49,60).
Avenida Cristóvão Colombo, 545, prédio 2, Shopping Total, Floresta,
3018-7474/7734 (130 lugares). 11h30/15h e 19h/0h. Cc.: todos. Cd.: todos.
Ar.
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(30% do valor do vinho)
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Entrega em domicílio; Avenida Túlio de Rose, 300, 2º andar, Shopping Bourbon Country, Passo D'Areia,
3028-7474 (90 lugares). 11h30/15h e 19h/0h. Cc.: todos. Cd.: todos.
Ar.
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Entrega em domicílio. www.restaurantemarcos.com.br. Aberto em 2004. $$$
A melhor pizza
Sálvia Pizza
O pizzaiolo Rafael Bueno: de olho nos discos
de massa fina e crocanteFilho e ex-empregado do dono de uma das pizzarias mais famosas de Porto Alegre, a Milano, hoje extinta, Rodrigo Goulart Pinto atuou como pizzaiolo nos primeiros dias de vida de seu próprio empreendimento. Conhecer o negócio e saber literalmente como colocar a mão na massa foram habilidades fundamentais para o sucesso da casa. Na unidade do Shopping Granville, as mesas na rua proporcionam aos clientes a sensação de que estão de férias ou na praia. Na Comendador Caminha, em frente ao Parcão, aproveita-se a amplitude do arvoredo numa das melhores áreas verdes da cidade. Sob essa paisagem, Rodrigo prepara discos muito finos e crocantes, com recheios originais. E teve a diplomacia de oferecer, desde o início, alguns sabores com carne, bem ao gosto gaúcho. Mas o destaque é a cobertura de cogumelos variados (funghi, shiitake e paris, R$ 37,60). Um ingrediente paralelo, a música ao vivo contribui para que o salão esteja sempre cheio. Aos insistentes convites para abrir franquias, Rodrigo Goulart Pinto traz a negativa na ponta da língua: precisa estar pronto para trabalhar como pizzaiolo, correndo de uma loja a outra, numa emergência.
Avenida Wenceslau Escobar, 1973, lojas 5 e 6, Shopping Granville, Tristeza,
3268-9999 (250 lugares). 18h/0h (sex. e sáb. até 1h). Cc.: A, D, M e V. Cd.: B, M, R e V. Cr.: S, SP e T. T.: todos. Couvert art.: R$ 2,50.
Ar.
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(R$ 15,00)
Entrega em domicílio; Rua Comendador Caminha, 338, Moinhos de Vento,
3268-0000 (140 lugares). 18h/0h (sex. e sáb. até 1h). Cc.: A, D, M e V. Cd.: B, M, R e V. Cr.: S, SP e T. T.: todos. Couvert art.: R$ 2,50. Ar.
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(R$ 15,00)
Entrega em domicílio. www.salviapizza.com.br. Aberto em 2002. $$
O melhor variado
Hashi Art Cuisine
Sassami de pato com foie gras (48,00 reais): criação do chef
do anoAntes de inaugurar seu restaurante, em 2005, Carlos Kristensen investiu dois anos e meio em estudos, no projeto e na obra do Hashi Art Cuisine. O resultado desse esforço aparece em cada detalhe: mesas de madeira de lei, iluminação que cria recantos acolhedores nos três amplos ambientes, louça, copos e talheres especiais e, sobretudo, cardápio incomum e sugestivo. Depois do mil-folhas de brie (R$ 34,00), da tulipa de bacalhau (R$ 42,00) ou do camarão harumaki (R$ 52,00), sugestões de entrada, há uma longa e desafiadora lista de pratos principais que inclui pato com inesperados acompanhamentos, a exemplo do sassami (peito) da ave recheado com foie gras (R$ 48,00), além de anchova negra (R$ 42,00) e vieiras com figo (R$ 68,00). Kristensen também prepara um menu degustação (R$ 140,00) com seis pratos, sobremesa e uma taça de espumante. A carta apresenta vinhos compatíveis para a harmonização. O ambiente, o atendimento e a comida irrepreensíveis levaram o júri de Veja Porto Alegre a apontar o Hashi como o melhor na categoria variado e Kristensen, o chef do ano. Essas escolhas se valorizam pela origem oriental da casa, que hoje combina novidades francesas, tailandesas e vietnamitas sob um toque brasileiro. Tudo, diz o chef, "afinado ao gosto gaúcho". Ou seja: pratos elegantes e originais, em porções generosamente fartas.
Rua Desembargador Augusto Loureiro Lima, 151, Bela Vista,
3328-0005 (140 lugares). 19h/0h (fecha dom.). Cc.: A, D, M e V. Cd.: M, R e V.
Manobr. Ar.
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www.hashi.com.br. Aberto em 2005. $$$$
Bom e barato
Tudo pelo Social
À la minuta: pratão para dois por R$ 9,00 Jovens que forram o estômago antes da balada, famílias inteiras, estudantes e aposentados, desempregados e trabalhadores, artistas e intelectuais. O público que frequenta o Tudo pelo Social, campeão da estreante categoria de restaurante bom e barato, não hesita em aguardar por um lugar à mesa. Nos horários de pico, do meio-dia às 2 da tarde, e das 20h30 às 10 da noite, longas filas se formam em frente à casa. Apesar dos 320 lugares disponíveis, o salão às vezes parece pequeno para tantos. Na hora do almoço, o bufê livre, por R$ 5,50, inclui uma sugestão de carne. Mas o prato de resistência, por assim dizer, é o substancial à la minuta (R$ 9,00), que pode ser pedido ao meio-dia e à noite: um sucesso absoluto, que propagou a fama da casa. Os clientes escolhem entre bife de carne bovina e frango, na chapa ou à milanesa, acompanhados de dois ovos, batata frita, arroz e salada – o suficiente para servir bem duas pessoas. Outra receita popular, o bife à parmigiana (R$ 40,00) satisfaz três pessoas. A cerveja e o refrigerante estão sempre bem gelados. Detalhe essencial: não cobra os 10% pelo serviço.
Rua João Alfredo, 448, Cidade Baixa,
3226-4405. 11h/14h45 e 18h/23h45. Cd.: B, M, R e V. Cr.: R. T.: todos. Ar.
Aberto em 1991.