Exposições
Carlos Henrique Braz
As últimas obras de Brecheret
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Filho de humildes imigrantes italianos, o paulistano Victor Brecheret (1894-1955) trabalhava na adolescência como engraxate no centro de São Paulo, quando achou na rua uma revista com fotos de esculturas de Auguste Rodin. Naquele momento, encontrou sua vocação. Estudou no Liceu de Artes e Ofícios de sua cidade e aperfeiçoou a técnica em Roma durante seis anos com o professor Arturo Dazzi. De volta ao país, em 1919, teve o talento reconhecido pelo escritor Mário de Andrade e foi convidado a expor na Semana de Arte Moderna de 1922. Era apenas o começo de uma bem-sucedida carreira repleta de prêmios no Brasil e no exterior. Entre outros, venceu o concurso internacional para construir o Monumento às Bandeiras, sua mais famosa criação, no Ibirapuera, em São Paulo. A mostra A Arte Indígena de Victor Brecheret reúne 29 esculturas e 23 desenhos de sua última fase produtiva, em que explora a cultura dos povos primitivos brasileiros. No acervo há peças de bronze, granito e terracota, a exemplo de Bartira, de 1954 (foto).
A Arte Indígena de Victor Brecheret. Caixa Cultural. Avenida Almirante Barroso, 25, Centro,
2544-7666, Metrô Carioca.
Terça a sábado, 10h às 22h; domingo, 10h às 21h. Grátis. Até 23 de agosto. A partir de terça (7). www.caixacultural.com.br.
ESTREIAS
ALÉCIO DE ANDRADE. Nascido no Leblon, irmão do ator Roberto Bonfim, o fotógrafo viveu quase quarenta anos em Paris e, por isso, é pouco lembrado no Brasil. Contratado durante seis anos pela agência Magnum, do grande Henri Cartier-Bresson, Alécio de Andrade (1938-2003) deixou uma obra formidável. Nesta individual póstuma, O Louvre e Seus Visitantes, estão 88 imagens em preto e branco, registradas no mais famoso museu parisiense, entre 1964 e 2003. No acervo está um de seus trabalhos mais conhecidos, As Três Graças, de 1970, flagrante de três freiras diante da pintura homônima do barão Jean-Baptiste Regnault (1754-1829), que retrata um trio de mulheres nuas. Museu Nacional de Belas Artes. Avenida Rio Branco, 199, Centro,
2240-0068, Metrô Cinelândia.
Terça a sexta, 10h às 18h; sábado, domingo e feriados, 12h às 17h. R$ 5,00. Grátis aos domingos. Até 13 de setembro. A partir de quinta (9).
CHELPA FERRO. O grupo formado por Barrão, Luiz Zerbini e Sergio Mekler está de volta com objetos e instalações que mesclam sons e imagens inspiradas em elementos urbanos. Nesta mostra serão apresentados a obra Acusma, constituída de vasos de cerâmica contendo alto-falantes que emitem sons, e a instalação Microfônico, com microfones dispostos dentro de vasos de vidro transparentes que também produzem efeitos sonoros. Preços sob consulta. Galeria Progetti. Travessa do Comércio, 22, Arco do Telles,
2221-9893. Terça a sábado, 11h às 19h. Grátis. Até 3 de outubro. A partir de terça (7). www.progettirio.com
CONVERSANDO CALADO. Mostra com dezesseis telas pintadas pelos grafiteiros BR (o carioca Bruno Bosossian) e Toz (o baiano Tomaz Viana), integrantes do coletivo Fleshbeck Crew. Cada artista criou sete trabalhos individuais, construídos com tinta acrílica, canetas do tipo pincel, tecido, spray, papelão e jornal. Outras duas criações foram realizadas em conjunto. R$ 1 000,00 a R$ 10 000,00. Galeria Movimento Arte Contemporânea. Avenida Atlântica, 4240, loja 211 (Shopping Cassino Atlântico), Copacabana,
2267-5989. Segunda a sábado, 11h às 19h. Grátis. Até dia 25. A partir de sexta (10)
FRANÇA: UMA FESTA BRASILEIRA. Mostra com peças do acervo do Arquivo Nacional, com curadoria da historiadora Claudia Heynemann, em homenagem ao Ano da França no Brasil. Serão exibidos livros raros de Roger Bastide, Germain Bazin e Claude Lévi-Strauss, além de 163 imagens fotográficas que captam sinais da influência francesa na vida cultural brasileira, desde o século XVI até hoje. Destacam-se obras do fotógrafo Marc Ferrez (1843-1923), cujo acervo foi doado à instituição. O título é inspirado nos festejos que motivaram a viagem de índios brasileiros à França, em 1550, para conhecer os reis Henrique II e Catarina de Médicis, episódio narrado na obra de Ferdinand Denis, publicada em 1850. Arquivo Nacional. Praça da República, 173, Centro,
2179-1291. Metrô Central.
Segunda a sexta, 9h às 18h. Grátis. Até dia 31. A partir de quarta (8).
UM OLHAR SOBRE A PAISAGEM CONTEMPORÂNEA. Coletiva com curadoria de Fernando Cocchiarale, com trinta trabalhos entre fotografias, desenhos e esculturas. Obras de nomes como Angelo Venosa, Anna Maria Maiolino, Matheus Rocha Pitta e Ricardo Ventura apresentam um pequeno resumo da renovação radical ocorrida na representação da paisagem. R$ 1.500,00 a R$ 50.000,00. POP – Polo de Pensamento Contemporâneo. Rua Conde Afonso Celso, 103, Jardim Botânico,
2286-3299.
Segunda a sexta, 10h às 21h. Grátis. Até dia 31. A partir de terça (7). www.polodepensamento.com.br.
TRAJETÓRIAS EM PROCESSO II E FELIPE Co-hEN. Uma coletiva e uma individual ocuparão a galeria de Anita Schwartz. Cinco artistas estão na segunda edição da mostra Trajetórias em Processo, realizada nos meses de julho, com curadoria de Guilherme Bueno. No térreo, Estela Sokol exibe esculturas de diferentes materiais e cores. Gustavo Speridião apresenta pinturas em técnica mista que remetem aos traços dos grafites nas ruas. Ronald Duarte comparece com objetos e o vídeo de sua performance Traçantes, realizada com a ajuda de pequenas lamparinas que emitem feixes de laser. Tatiana Ferraz expõe instalações constituídas de objetos e pinturas. E o niteroiense Vijai Patchineelam apresenta telas que mesclam desenho e pintura com grossas camadas de tinta. No 3º andar, estarão as obras da exposição Colagem, do paulistano Felipe Cohen. São três séries de colagens em papel (Janela, Paisagem e Partida), objetos de mármore e de basalto, além da instalação Anunciação. R$ 1 000,00 e R$ 18 000,00. Anita Schwartz Galeria de Arte. Rua José Roberto Macedo Soares, 30, Gávea,
2274-3873. Segunda a sexta, 10h às 20h; sábado, 11h às 17h. Grátis. Até 1º de agosto. A partir de quinta (9). www.anitaschwartz.com.br.
EM CARTAZ
DO MODERNISMO à ABSTRAÇÃO INFORMAL. Um dos mais representativos acervos do modernismo brasileiro ganhou exposição permanente. Na galeria do 3º andar estão 100 trabalhos pertencentes à Coleção Gilberto Chateaubriand, a exemplo de obras de Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Guignard, Ismael Nery, Oswaldo Goeldi e Tarsila do Amaral, entre outros artistas, produzidas de 1915 a 1971. Museu de Arte Moderna. Avenida Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Centro,
2240-4944.
Terça a sexta, 12h às 18h; sábado, domingo e feriados, 12h às 19h. R$ 8,00. A bilheteria fecha meia hora antes. Pessoas com mais de 60 anos pagam R$ 4,00. Grátis para amigos do MAM e menores de 12 anos. Aos domingos vigora o ingresso família: paga-se apenas R$ 8,00 por grupo. Estac. (R$ 3,00 por uma hora). Exposição permanente. www.mamrio.com.br.
HÉLIO OITICICA: PENETRÁVEIS. Após permanecer fechada por um mês e uma semana, devido a questões administrativas com a Secretaria de Cultura, a individual com seis trabalhos de Hélio Oiticica (1937-1980) está reaberta. Essas grandes instalações são construídas com a junção de unidades denominadas penetráveis, ou PN, e convidam o visitante a experimentar em seu interior diferentes texturas de materiais e variadas sensações com as cores, sons e aromas. O percurso começa no 3º andar, com a PN 1, a famosa Tropicália e Éden. No 2º pavimento estão as inéditas no Brasil Rhodislândia e Macaleia, que homenageia o compositor Jards Macalé. Fechando o circuito, no térreo, está Rijanviera, em que o observador caminha descalço sobre uma trilha de água. Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica. Rua Luís de Camões, 68, Praça Tiradentes,
2242-1012, Metrô Presidente Vargas. Terça a sexta, 11h às 18h; sábado, domingo e feriado, 11h às 17h. Grátis. Até 30 de agosto.
HENRI MATISSE – JAZZ. São expostas vinte pranchas feitas para o livro Jazz, publicado em 1947, integrantes do exemplar 196 (a edição foi de 250 cópias), pertencentes ao acervo dos Museus Castro Maya. Essas obras foram realizadas através da técnica au pochoir, em que Matisse recortava desenhos com tesoura, utilizando folhas de papel que coloria com vivas e brilhantes cores de guache. Museu da Chácara do Céu. Rua Murtinho Nobre, 93, Santa Teresa,
2224-8981. Quarta a segunda, 12h às 17h. R$ 2,00. Estac. Grátis para menores de 12 anos, pessoas com mais de 65, grupos escolares e às quartas. Até 30 de agosto. www.museuscastromaya.com.br.
JANAINA TSCHÄPE. Nascida em Munique – ela cresceu no Rio e é radicada em Nova York –, a artista de 36 anos não gosta de ser chamada de "senhora Vik Muniz" e tem produção artística distinta da que celebrizou o marido. Sem realizar uma individual por aqui desde 1996, Janaina apresenta na mostra Melantrópicos onze fotografias das séries After the Rain (2003), The Sea And the Mountain (2004), Melantropics (2004) e Botanica (2004-2005). Nelas, retrata cenas com figuras humanas ou seres fictícios, tendo paisagens naturais ao fundo. Completam o acervo três vídeos, a exemplo de Dream Sequence (2002), que explora elementos de arquitetura, e o objeto Caderno-Sanfona (2009). Na terça (2), às 19h, Janaina e a curadora da mostra, Ligia Canongia promovem visita guiada. Galeria Laura Alvim. Avenida Vieira Souto, 176, Ipanema,
2332-2016.
Terça a domingo, 13h às 21h. Grátis. Até domingo (12).
JOÃO MODÉ. O artista é o décimo convidado do Projeto Respiração, que promove intervenções contemporâneas no acervo clássico da Fundação Eva Klabin. Batizada de Invisíveis, a ocupação leva aos ambientes a música clássica que a dona da casa costumava ouvir, o perfume que ela usava, além de objetos pessoais retirados da reserva técnica. A ideia é tirar do espaço as características de museu e dar a impressão de que a casa continua habitada por sua ilustre moradora. Fundação Eva Klabin. Avenida Epitácio Pessoa, 2480, Lagoa,
3202-8550. Terça a domingo, 14h às 18h. R$ 10,00. Estudantes e pessoas com mais de 60 anos pagam R$ 5,00. Grátis para menores de 10 anos. Até dia 25. www.evaklabin.org.br.
LUIZ CARLOS BARRETO QUADRO A QUADRO. Esta mostra inaugural do projeto DNA Carioca faz uma retrospectiva da carreira do mais conhecido produtor de cinema do país. Frederico Coelho, o curador, dividiu a exposição em cinco blocos temáticos. Estão lá a produção fotográfica para a imprensa (Barreto trabalhou como repórter da extinta revista O Cruzeiro, de 1950 a 1963), a transição de fotógrafo para produtor e a contribuição para o Cinema Novo, entre outras fases. Também são expostos vídeos e trechos de filmes como Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos, e Terra em Transe (1967) de Glauber Rocha, além de fotos dos sets de filmagens. Centro Cultural da Justiça Eleitoral. Rua Primeiro de Março, 42, Centro,
2253-7566. Quarta a domingo, 12h às 19h. Grátis. Até dia 26.
NOÊMIA GUERRA. Na retrospectiva Cor e Movimento são exibidos 400 trabalhos entre óleos sobre tela, aquarelas, desenhos e documentos de Noêmia Guerra (1919-2007). A artista carioca mudou-se para Paris no fim da década de 1950 e viveu 46 anos na Europa, onde consolidou a carreira como pintora colorista. Além de integrar coletivas, como a Art Contemporain, no Grand Palais, na capital francesa, em 1963, e de realizar sua primeira individual na St. Martin's Gallery, em Londres, dois anos depois, Noêmia manteve o vínculo com colegas daqui. Participou do IX Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM carioca, e de algumas edições da Bienal de São Paulo. Museu de Arte Moderna. Avenida Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Centro,
2240-4944.
Terça a sexta, 12h às 18h; sábado, domingo e feriado, 12h às 19h. R$ 8,00. A bilheteria fecha meia hora antes. Pessoas com mais de 60 anos pagam R$ 4,00. Grátis para amigos do MAM e menores de 12 anos. Aos domingos vigora o ingresso-família: pagam-se apenas R$ 8,00 por grupo. Estac. (R$ 3,00 por uma hora). Até 23 de agosto. www.mamrio.com.br.
NOVA FIGURAÇÃO ANOS 1960 1970. Trata-se de uma nova mostra com acervo da Coleção Gilberto Chateaubriand, no terceiro andar do MAM, que consolida o pavimento como espaço de exposição permanente, juntamente com os trabalhos produzidos de 1915 a 1971 da coletiva Do Modernismo à Abstração Informal. O novo conjunto, com curadoria de Reynaldo Roels Jr., reúne importantes obras produzidas entre 1960 e 1970, a exemplo de A Bela Lindoneia, ou Gioconda de Subúrbio, de Rubens Gerchman, Trouxa, de Artur Barrio, Espelho Cego, de Cildo Meireles, e a ousada Corpobra, de Antonio Manuel. No grupo estão ainda criações de Ana Bella Geiger, Carlos Vergara, Carlos Zílio e Helio Oiticica, entre outros. Museu de Arte Moderna. Avenida Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, Centro,
2240-4944.
Terça a sexta, 12h às 18h; sábado, domingo e feriados, 12h às 19h. R$ 8,00. A bilheteria fecha meia hora antes. Pessoas com mais de 60 anos pagam R$ 4,00. Grátis para amigos do MAM e menores de 12 anos. Aos domingos vigora o ingresso-família: pagam-se apenas R$ 8,00 por grupo. Estac. (R$ 3,00 por uma hora). Exposição permanente. www.mamrio.com.br.
STREET BIENNALE. Integrante da programação do Ano da França no Brasil, esta mostra de rua distribuiu vinte painéis de 10 por 4 metros, produzidos por sete artistas franceses, entre os postos de salvamento na orla da Zona Sul. Essa coletiva com curadoria de Jéremy Planchon é produzida pelo fotógrafo parisiense Vincent Rosenblatt, radicado no Rio desde 2002, onde fundou a agência Olhares do Morro. Além dele no elenco estão nomes da street art francesa como Willy Bihoreau, Blek Le Rat, Jerk 45, Mombo, Ned e Stéphane Carricondo. Praias de Copacabana, Ipanema e Leblon. Grátis. Até 2 de agosto.
TESOUROS DO LOUVRE – RETRATOS ESCULPIDOS DE HOUDON. Devido ao sucesso de público, esta mostra foi prorrogada por duas semanas. São vinte esculturas em bronze, terracota ou mármore, de autoria do francês Jean-Antoine Houdon (1741-1828), pertencentes ao Museu do Louvre, em Paris. O acervo reúne bustos e placas de personalidades como Rousseau, Voltaire, Diderot, Condorcet, Mirabeau, Benjamin Franklin e George Washington. Museu Histórico Nacional. Praça Marechal Âncora, s/nº, Centro,
2550-9220.
Terça a sexta, 10h às 17h30; sábado, domingo e feriados, 14h às 18h. R$ 6,00. Grátis para menores de 5 anos e pessoas com mais de 60 anos. A bilheteria fecha meia hora antes. Grátis aos domingos. Até dia 19. www.museuhistoriconacional.com.br.
VIRADA RUSSA. São 123 obras entre pinturas, esculturas, objetos e figurinos, produzidos entre 1890 e 1937, pertencentes ao Museu Estatal Russo de São Petersburgo. Com curadoria de Rodolfo de Athayde e Ania Rodriguez, a mostra reúne preciosidades como o óleo sobre tela Passeio, pintado por Marc Chagall em 1917, além de três trabalhos de Wassily Kandinsky, São Jorge (1911), Pente Azul Escuro (1917) e Composição nº 224 (1920). O mais privilegiado entre os artistas, Kazimir Malevich tem direito a sala exclusiva para abrigar dezenove de suas criações, a exemplo de O Quadrado Negro, O Círculo Negro e A Cruz Negra, tríptico datado de 1923, que marca o início do suprematismo. Outro pintor bem representado é o moscovita Pavel Filonov, com oito quadros de diferentes fases, que é considerado a quarta estrela da vanguarda russa, depois de Chagall, Kandinsky e Malevich. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março, 66, Centro,
3808-2020.
Terça a domingo, 10h às 21h. Grátis. Até 23 de agosto.
YVES SAINT LAURENT – VIAGENS EXTRAORDINÁRIAS. A maior exposição de criações de Yves Saint Laurent (1936-2008) já realizada. O acervo traz cinquenta figurinos e trinta croquis originais de coleções inspiradas por costumes e paisagens da África, da Ásia, da Índia, da Espanha, do Marrocos e da Rússia. Dica: como os vestidos estão colocados muito próximos uns dos outros, evite a visita nos horários de pico, ao redor da hora do almoço ou do fim de expediente, para apreciar melhor. Também é recomendável assistir ao vídeo do último desfile de YSL, no Centro Georges Pompidou, em 2002, com um supertime de modelos dos anos 1990, Naomi Campbell, Claudia Schiffer, Alec Vek, Jerry Hall, entre outras, usando algumas das peças expostas. A mostra inclui 240 acessórios, além de vinte fotografias. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março, 66, Centro,
3808-2020.
Terça a domingo, 10h às 21h. Grátis. Até dia 19.
FOTOGRAFIA
DE VIAJE. Organizada pelo Instituto Cervantes e integrante da bienal FotoRio 2009, essa coletiva apresenta trabalhos de cinco artistas latino-americanos e um europeu. O casal de repórteres fotográficos brasileiros Fernando Martinho e Ana Paula Paiva exibe imagens da mostra América Latina com um Bebê na Mala, resultado de oito meses de périplo por países andinos no ano passado, com o filho João, que fez seu primeiro aniversário na Bolívia. Também do Brasil, Odires Mlászho participa com Paisagens Mutantes, constituída de quatro livros que contêm registros de cidades como a austríaca Innsbruck e a japonesa Hiroshima. Completam a mostra trabalhos do espanhol Juan Valbuena, do mexicano Pablo López e do colombiano Mateo López. Centro Cultural Correios. Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro,
2253-1580.
Terça a domingo, 12h às 19h. Grátis. Até 2 de agosto.
FOTORIO 2009 NO CCJF. Três andares do Centro Cultural Justiça Federal estão ocupados com dez individuais integrantes da bienal carioca de fotografia. Entre os destaques estão o ensaio Nu, de Luiz Garrido, a série de imagens com efeitos tridimensionais Istambul, de Cláudia Jaguaribe, e Olho Mágico – Uma Visão dos Interiores de Copacabana, de Anna Kahn. Completam a mostra trabalhos de Cora Ronai, Guy Veloso, Micaela Vermelho, Gabriel Jauregui, André Arruda, Karol Pichler e Gustavo Malheiros. Centro Cultural Justiça Federal, Avenida Rio Branco, 241, Centro,
3261-2550, Metrô Cinelândia. Terça a domingo, 12h às 19h. Grátis. Até 2 de agosto. www.ccjf.trf2.gov.br.
FOTOGRAFIA NO MNBA. O museu abriga duas individuais integrantes da programação da bienal FotoRio. Em Moedas de Areia, Cesar Barreto mostra trinta registros de trocados em reais, cruzados, cruzeiros e até dólares corroídos pelo mar. E o jovem carioca Thiago Barros expõe, em Metrópoles, Paris, dezesseis imagens nas quais aparecem vestígios quase imperceptíveis de passantes por cenários da capital francesa. Museu Nacional de Belas Artes. Avenida Rio Branco, 199, Centro,
2240-0068, Metrô Cinelândia.
Terça a sexta, 10h às 18h; sábado, domingo e feriados, 12h às 17h. R$ 5,00. Grátis aos domingos. Até dia 19.
PIERRE VERGER – ANDALUCÍA, 1935. Leia em Veja Rio Recomenda. Museu Histórico Nacional. Praça Marechal Âncora, s/nº, Centro,
2550-9220.
Terça a sexta, 10h às 17h30; sábado, domingo e feriados, 14h às 18h. R$ 6,00. Grátis para menores de 5 anos e pessoas com mais de 60 anos. A bilheteria fecha meia hora antes. Grátis aos domingos. Até 2 de agosto. www.museuhistoriconacional.com.br.