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10 de Novembro de 2007O Melhor da Cidade 2007/2008
Restaurantes
* Preços coletados até outubro de 2007
• O melhor da cidade • As melhores cartas de vinhos •O melhor contemporâneo • Amado • O chef do ano • Trapiche Adelaide •O melhor árabe •O melhor oriental • Prêmio tradição •O melhor pescado •O melhor brasileiro • As melhores pizzarias •A melhor carne • Cheiro de Pizza •O melhor para petiscar • Piola •O melhor chope •O melhor português •O melhor francês •O melhor fim de noite •O melhor italiano
Os melhores Além de opinar sobre o melhor em cada especialidade,
cada jurado fez uma lista com dez restaurantes em
ordem decrescente. O primeiro recebeu 10 pontos,
o segundo 9, e assim até o décimo, com 1 ponto.
O quadro mostra o campeão e, em ordem alfabética,
as outras nove melhores mesas da capital
Amado Contemporâneo
Restaurante Especialidade
Alfredo di Roma ItalianoBoi Preto Carnes Chez Bernard Francês Conventual Português Mistura Pescados Shiro Japonês Soho Japonês Trapiche Adelaide Variado Villa Bahia Contemporâneo
O melhor da cidade
O melhor contemporâneo
A melhor carta de vinhosO grande campeão
Amado
Colecionador de títulos: quatro vezes no pódio Edinho Engel colhe os frutos da renovação que trouxe para a alta gastronomia baiana. Coincidência ou não, a expansão gastronômica da capital tornou-se mais evidente depois da chegada do restaurante Amado. A cozinha de base clássica explora os sabores e as texturas dos ingredientes regionais. O projeto arquitetônico do trapiche que antes abrigava o restaurante Galpão, agora assinado por Paulo Jacobsen, segue o conceito brasileiro e contemporâneo. Arcos de pedra da construção original harmonizam com o jardim aberto para o salão e o teto coberto de talas de dendê. O deque avança sobre o mar, em uma vista privilegiada da Baía de Todos os Santos. Há pratos criativos como a moqueca de camarão com cajus e purê de inhame (R$ 59,00). E receitas que resgatam a infância mineira do chef, caso da elaborada galinha de quintal ao molho pardo com polenta e quiabo (R$ 39,00). Sururu, lambreta e outros frutos do Recôncavo estão entre as novas paixões de Edinho, eleito o chef do ano pelo júri de VEJA Salvador. Quando se encontra na casa, Edinho prepara pessoalmente o espaguete com mariscos da Bahia (R$ 48,00), sugestão do dia que ainda não lista no cardápio. Outra novidade é a carta de vinhos elaborada pelo sommelier paulista Manoel Beato e que divide com o Trapiche Adelaide o prêmio de a melhor da capital. São 220 rótulos de dezesseis países, armazenados em duas adegas climatizadas com capacidade total para 2 000 garrafas. Edinho tem mais dois motivos para comemorar: conquista, pelo segundo ano consecutivo, o título de o melhor restaurante contemporâneo e ainda encabeça a lista das melhores mesas da capital.
Avenida Contorno, 660, Comércio,
3322-3520 (180 lugares). 12h/15h e 19h/0h (seg. a qui.); 12h/16h e 19h/1h (sex. e sáb.); e 12h/16h (dom.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: todos.
Manobr. (R$ 5,00). Couvert: R$ 10,00. Ar.
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www.amadobahia.com.br. Aberto em 2005. $$$
Edinho Engel
O chef autodidata aterrissou em Salvador há menos de dois anos. Não demorou muito para que seu restaurante, o Amado, decolasse para o topo da lista de preferência dos soteropolitanos. O simpático mineiro morou em São Paulo por 38 anos, depois de uma infância farta e bem vivida na cidade de Uberlândia. Desde 1988, reside na praia – o que em parte justifica sua especialização em pratos de frutos do mar. Além do Amado, Edinho mantém no Litoral Norte de São Paulo o elogiado restaurante Manacá. O conceito que faz sucesso há vinte anos na casa da Praia de Camburizinho também foi aplicado em Salvador: uma cozinha de base clássica com toques criativos brasileiros. "É possível construir uma gastronomia que dá expressão máxima ao ingrediente regional", acredita o chef. "Estou fazendo do meu jeito a cozinha baiana", simplifica. Edinho e seu inspirado restaurante Amado são os grandes homenageados do júri de VEJA Salvador. O chef do ano abocanha o título de melhor cozinha contemporânea, empata no pódio de melhor carta de vinhos e ainda está no topo das melhores mesas da capital.
Califa
Ao gosto do cliente: delícias típicas no bufê ou à la carte Há dezessete anos, a casa de salgados e refeições árabes se destaca das redes de fast-food do shopping. O cliente pode escolher por uma refeição rápida, feita no bufê montado na área do restaurante voltada para o burburinho da praça de alimentação. Ou optar pelo sistema à la carte do salão interno, decorado com quadros com imagens dos pratos típicos e luminárias modernas. A consultoria de uma nutricionista garante a qualidade dos pratos árabes desse restaurante, por mais um ano eleito como o melhor em sua especialidade pelo júri de VEJA Salvador. A miniesfiha recheada de ricota temperada, R$ 9,20 a porção, é boa sugestão para a entrada. O mesmo salgado é vendido em tamanho tradicional, a R$ 3,90 a unidade. Para o prato principal, a sugestão é o michui de filé, R$ 27,90, acompanhado de batata sautée. O espetinho feito de filé mignon, tomate e cebola também é prato recorrente no bufê, que custa R$ 25,90 o quilo. Para finalizar a refeição, a casa oferece os clássicos docinhos árabes. O beleu (massa folhada com nozes e mel) sai por R$ 3,00 a unidade.
Avenida Centenário, 2992, 1º piso, Shopping Barra, Barra,
3267-8249 (62 lugares). 9h/22h (seg. a sáb.); e 12h/22h (dom.). Cc.: todos. Cd.: todos. Cr.: T e V. T.: C, T e Nutricash.
Ar.
Aberto em 1990. $
Bargaço
Reconhecimento: título por sua contribuição ao cenário gastronômico da capital O pernambucano Leonel Evaristo da Rocha, filho de trabalhadores rurais, aprendeu a ler aos 17 anos na cozinha de um restaurante. Na década de 70, inaugurou o próprio negócio com cinco mesas emprestadas de outro ex-patrão, o baiano Camafeu de Oxossi. Era para ser chamado de Bar do Garçom. Um descuido do pintor na confecção da placa gerou o nome do restaurante, Bargaço, neste ano condecorado por VEJA Salvador com o prêmio especial tradição, instituído em comemoração aos dez anos da edição. A casa decorada com fotos antigas da cidade é hoje matriz de um grupo que leva os sabores da Bahia para outras cinco capitais: Recife, São Paulo, Brasília, Fortaleza e João Pessoa. O cardápio, comum a todas as casas, tem uma seleção primorosa de moquecas, além de grelhados e outros pratos de frutos do mar. O siri mole é servido frito como aperitivo, R$ 36,60. O peixe-vermelho, típico das águas salgadas baianas, chega à mesa assado inteiro e recheado com farofa de camarão. Custa R$ 50,00. Na sobremesa, o baiano quindim disputa a preferência com a saborosa ambrosia. Ambos saem por R$ 6,00 cada um.
Rua Antônio da Silva Coelho, quadra 43, lotes 18 e 19, Jardim Armação,
3231-5141 (270 lugares). 12h/0h (seg. a dom.). Cc.: D e M. Cd.: M e R.
Ar.
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Aberto em 1971. $$$
Yemanjá
Sabor regional: receitas típicas da culinária baiana Mais de 250 moquecas saem diariamente da cozinha do Yemanjá, restaurante que há 33 anos é referência em comida baiana. A tradição é oriunda dos dotes da quituteira Anália, que na década de 60 já preparava a iguaria típica em uma casa da Rua Carlos Gomes. Hoje, não é raro encontrar ônibus de excursões lotados estacionando na casa instalada na orla. Para suportar a demanda, a grande estrutura foi mais uma vez ampliada. O recém-construído salão, com capacidade para 240 pessoas, segue a decoração azul e branca que reverencia a popular orixá das águas salgadas. A produção industrial é supervisionada por uma nutricionista. Garçonetes vestidas de baiana também integram a equipe de 130 funcionários. O banquete regional começa no couvert, com crocantes beijus e pães variados. Boa sugestão de petisco é o siri mole à milanesa, R$ 25,60 a porção. No prato principal, a moqueca de camarão continua com tempero caprichado. Custa R$ 51,00, para duas pessoas. Entre as sobremesas, o destaque vai para a cocada nas versões branca e preta, R$ 6,50 cada uma. Na eleição de VEJA Salvador, o Yemanjá recebeu do júri o título de o melhor restaurante brasileiro da capital.
Avenida Octávio Mangabeira, 4655, Jardim Armação,
3461-9010 (514 lugares). 11h30/0h (seg. a qui.);
e 11h30/1h (sex. a dom.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: todos.
Manobr. Couvert: R$ 6,90. Ar.
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www.restauranteyemanja.com.br. Aberto em 1974. $$$
Boi Preto
Vinte cortes especiais: da tradicional picanha à coxa de avestruz O restaurante especializado em carnes assadas a carvão acaba de ser reformado. O salão ficou maior e mais sofisticado, com novas toalhas e louças. A adega de vinhos, com o dobro do tamanho, agora tem capacidade para 3 000 garrafas. O piano-bar com vista para a orla também foi reformulado, mas continua a oferecer música instrumental ao vivo nas noites de segunda a sábado. A casa tem filiais em São Paulo, no Recife e em Fortaleza. Todas funcionam no sistema de rodízio. Em Salvador, custa R$ 57,00 por pessoa. Os garçons circulam pelo salão com risotos de camarão e de filé com funghi, além dos vinte tipos de carne. As novidades são a "french rack" de cordeiro e a exótica coxa de avestruz, servida com molho barbecue. Para acompanhar, há um farto bufê com saladas, sushis e receitas de frutos do mar, com destaque para o camarão grande ao bafo e a espanhola paella. No fim da refeição, um carrinho exibe vinte tipos de sobremesa. A sugestão é a sensação de morango (chocolate meio amargo, chocolate branco e leite condensado), R$ 12,90. A preocupação constante por melhorias rende frutos. Por mais um ano, o restaurante ganha do júri de VEJA Salvador o título de a melhor carne da cidade. A casa também está na lista das dez melhores mesas da capital.
Avenida Octávio Mangabeira, s/nº, Boca do Rio,
3371-1429 (450 lugares). 12h/16h e 19h/0h (seg. a qui.); e 12h/0h (sex. a dom.). Cc.: todos. Cd.: todos.
Manobr. Ar.
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www.grupoboipreto.com.br. Aberto em 1999. $$$
Pereira
Chope e tira-gostos caprichados: dupla perfeita para depois da praia A varanda com almofadas coloridas e vista para o mar é a área mais disputada para quem vem badalar no Pereira. O restaurante, que deu origem ao complexo gastronômico Villa da Barra, onde também está o restaurante japonês Sato, ganha seu terceiro cardápio. De quebra, recebe o título de o melhor lugar para petiscar na cidade, segundo o júri de VEJA Salvador. Os pastéis de camarão com catupiry (R$ 14,00 a porção com seis unidades) são acompanhamentos crocantes para o chope (R$ 3,30 no tamanho tradicional ou R$ 2,50 na versão garotinho). O croquete de bacalhau (R$ 15,00 a porção com dez unidades) tem admiradores fiéis desde a inauguração. Para acompanhar um drinque, há criações mais delicadas, como o queijo brie com geléia de framboesa (R$ 24,00). O cardápio segue a linha contemporânea. A exceção é a feijoada (R$ 32,00 por pessoa), servida aos sábados em um bufê montado no salão climatizado integrado ao bar. O cliente pode chegar depois da praia e degustá-la na varanda, em um programa já habitual entre os jovens da cidade. Para este ano, o grupo Pereira reserva mais uma novidade: o Pereira Café, no Shopping Iguatemi.
Avenida Sete de Setembro, 3959, Barra,
3264-6464 (360 lugares). 18h/último cliente (seg. a qua.); 12h/15h30 e 18h/último cliente (qui. a dom.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V.
Manobr. (R$ 4,00 de dia e R$ 5,00 à noite). Ar.
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www.pereirarestaurante.com.br. Aberto em 2004. $$$
DOC Casual Dining
Ritual para servir: a bebida chega à mesa em canecas resfriadas O novo restaurante DOC reúne os ingredientes básicos dos restaurantes de "jantares casuais", conceito que há dez anos conquista adeptos nos Estados Unidos. Os principais preceitos dos chamados casual dinings são a decoração moderna, o atendimento despojado e a boa música. O projeto foi elaborado pelos sócios Gustavo Kaufmann e Caco Marinho, que já foi consultor dos restaurantes Pereira e Forneria Quintano. O salão tem quatro ambientes integrados, incluindo o bar e os nichos com confortáveis bancos acolchoados. Todas as noites, um DJ convidado embala as refeições. A casa aposta em um cardápio de carnes, hambúrgueres e petiscos típicos das grandes redes americanas. O sampler plate (R$ 32,00) é uma amostra das entradas mais pedidas na casa. Inclui bufalo wings (coxa da asa de frango com molho picante), baby ribs (costelinhas ao molho barbecue), coconut strimp (camarões empanados com coco) e chicken quesadilas (receita tex mex servida com guacamole). Quem protagoniza o cardápio de refeições é o prime rib red angus (R$ 48,00), costela com contrafilé da conceituada raça bovina. O prato é servido com salada de folhas orgânicas e mais um acompanhamento escolhido pelo cliente. A bebida que rendeu à casa o reconhecimento do júri de VEJA Salvador é o chope (R$ 3,80), eleito neste ano como o melhor da cidade. Depois de passar por quatro etapas de resfriamento, a bebida chega à mesa dentro de canecas resfriadas de 350 mililitros.
Rua das Dálias, 584, Pituba,
3451-3773 (120 lugares). 18h/1h (ter.); 18h/2h (qua. a sex.); 11h30/2h (sáb.); e 11h30/1h (dom.). Cc.: todos. Cd.: todos.
Manobr. Ar.
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Aberto em 2007. $$
Chez Bernard
Revisitado: o cardápio mescla receitas clássicas com novas criações do chef Erick Jacquin
O tradicional restaurante francês da cidade, fundado por Bernard Goethals em 1963, reabre suas portas modernizado. O projeto arquitetônico de David Bastos dobrou a capacidade da casa, com bela vista da Baía de Todos os Santos. A decoração mantém as características de um bistrô francês, com paredes decoradas com pôsteres garimpados em pequenas lojas parisienses. A adega climatizada, no subsolo, é uma das boas novidades. Armazena 800 garrafas com rótulos libaneses, australianos e sul-africanos, além de cobiçadas safras do Velho Mundo. O menu executado por Cauê Durazzo, sob a consultoria do renomado chef Erick Jacquin – da Brasserie Erick Jacquin, de São Paulo –, harmoniza receitas francesas contemporâneas com pratos que fazem parte da história do restaurante. Na entrada, clientes mais antigos ativam a memória gustativa com a tradicional sopa de cebola (R$ 24,00). A sugestão de prato principal é o pato na panela (R$ 58,00), um dos cartões de visita do consultor francês. A sugestão de sobremesa é o crepe suzette, a R$ 16,00. Para reproduzir a receita original de Bernard, o discípulo de Jacquin chegou a buscar dicas com um antigo e popular garçom, o Ceará. O esforço em se atualizar sem perder a tradição rendeu à casa o título de o melhor restaurante francês da cidade, segundo o júri de VEJA Salvador.
Rua Gamboa de Cima, 11, Aflitos,
3328-1566 (96 lugares). 12h/15h e 19h/24h (ter. a qui.); 12h/16h e 19h/1h (sex. e sáb.); e 12h/16h (dom.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V.
Manobr. (R$ 5,00). Couvert: R$ 7,00 (almoço) e R$ 9,00 (jantar). Ar.
Aberto em 2007. $$$$
Trapiche Adelaide
Minuciosa seleção: 256 rótulos provenientes de nove países O restaurante que trouxe o conceito de alta gastronomia à mesa soteropolitana comemora dez anos de existência com ambiente e cardápio renovados. A parede lateral de vidro, agora sem persianas, valoriza a já privilegiada visão da Baía de Todos os Santos. Instalado em um antigo galpão, o restaurante é decorado por belas fotos da Galeria do Olhar. Algumas estão à venda. O cardápio leva a assinatura de Joelson Peixinho, recentemente promovido a chef. Traz receitas de inspiração contemporânea, como o camarão grelhado com caju caramelizado (R$ 29,00), servido como entrada com molho de iogurte com leite de coco. A clientela fiel, no entanto, não esquece alguns pratos que ajudaram a construir a história do restaurante. Um deles é o camarão com mostarda, abacaxi e damasco (R$ 49,00), no cardápio desde a inauguração. Quem quer inovar no prato principal aposta no talharim com siri-mole e lagostins (R$ 42,00). A última criação doce é o crepe de banana com calda de cajá, R$ 12,00. A casa tem adega climatizada para 1 500 garrafas, conservadas à temperatura média de 15 graus. A carta já passou pelo crivo de respeitados sommeliers. Hoje, é o proprietário José Carlos Gomes quem cuida pessoalmente da escolha das garrafas. São 256 rótulos de nove países, com preços que variam de R$ 36,00 a R$ 6 384,00. O Trapiche mantém-se na lista dos dez melhores endereços gastronômicos da cidade e é novamente premiado pelos jurados na categoria a melhor carta de vinhos, em um empate com o restaurante Amado. A renovação do ambiente e do cardápio do Trapiche foi concluída após o término da votação de VEJA Salvador.
Avenida Contorno (Praça Tupinambás), 2, Comércio,
3326-2211 (150 lugares). 12h/16h e19h/1h (seg. a qui.); 12h/1h (sex. e sáb.); e 12h/16h (dom.). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R e V.
Manobr. (R$ 5,00). Couvert: R$ 11,00. Ar.
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www.trapicheadelaide.com.br. Aberto em 1997. $$$
Alfredo di Roma
Charme clássico: o cardápio apresenta receitas originais da matriz romana Em 1910, o italiano Alfredo di Lelio inaugurou um restaurante em Roma. Em 80 anos, o grupo se expandiu e gerou filiais na Flórida, na Cidade do México, no Rio de Janeiro e em Salvador. Comandada pelo casal Durval e Maria Célia Mesquita, a casa baiana tem piso de mármore e paredes de tijolo aparente. O cardápio é clássico como a decoração. Para a entrada, a sugestão é o carpaccio di manzo (fatias de carne crua servidas com rúcula, molho de alcaparras e lascas de queijo parmesão), R$ 16,80. O maestrosissime fettuccine all'alfredo (massa fresca com exclusiva manteiga cremosa e queijo parmesão italiano), R$ 39,90, é receita autêntica do restaurante romano. Outra sugestão é o ravioli di vitello ai funghi, R$ 36,80. O dolci di melo (massa folhada recheada com doce de maçã e calda caramelizada), R$ 12,40, acompanhado de sorvete de canela, é gran finale para a refeição italiana. A carta de vinhos elaborada pelo sommelier Marcelo Souza tem 140 rótulos, armazenados em uma adega climatizada. Para acompanhar, o bar oferece sete opções de bruschetta, entre R$ 8,40 e R$ 13,10. Mais uma vez, a casa tradicional é apontada como o melhor restaurante italiano da cidade, conforme o júri de VEJA Salvador. O Alfredo di Roma também figura na lista das dez melhores mesas da cidade.
Rua Morro do Escravo Miguel, s/nº, Atlantic Towers, Ondina,
3331-7775 (150 lugares). 12h/16h e 19h/0h (dom. a qui.); e 12h/16h e 19h/1h (sex. e sáb.). Cc.: todos. Cd.: M, R e V.
(R$ 5,00). Couvert: R$ 6,90. Ar.
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www.alfredodiroma.com.br. Aberto em 1993. $$$
Soho
Invicto: campeão na sua especialidade desde 1999 O endereço oriental da Bahia Marina vai completar uma década de existência sem nunca ter saído de moda. Desde a segunda edição de VEJA Salvador, em 1999, o Soho é premiado como o melhor da cidade na sua especialidade por sete anos na categoria japonês, que ano passado passou a chamar-se oriental e englobar todas as especialidades desta culinária. Um dos pontos fortes é o projeto arquitetônico de David Bastos, que soube explorar como poucos a localização privilegiada sobre a Baía de Todos os Santos. O salão, climatizado, é rodeado de paredes de vidro. A varanda avança sobre o mar em um charmoso deque que, neste ano, ganha área exclusiva com tatames. Outra novidade é a atenção especial dedicada às crianças, agora com direito a mascote, jogo americano e cardápio exclusivos. Para os pequenos adeptos do peixe cru, a sugestão é o combinado dani, R$ 39,90 com trinta peças em tamanho reduzido. Receitas inéditas são criadas mensalmente por um sushiman convidado e testadas por duas estudantes de gastronomia que trabalham na casa. Dessa constante exploração de texturas e sabores nasceu o niguiri de salmão selado com azeite quente e gergelim, R$ 7,00 a dupla. O prato new sushi, R$ 37,00, é uma amostra de dez peças feitas com os peixes frescos encontrados no dia. O mix de sobremesas, R$ 17,50, inclui miniversões das tortas betina e búlgara, além de romeu e julieta.
Avenida Contorno, 1010, Bahia Marina, Comércio,
3322-4554/5616 (247 lugares). 19h/0h30 (seg.); 12h/15h e 19h/0h30 (ter., qua. e dom.); e 12h/15h e 19h/1h (qui. a sáb). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. T.: Tr.
Manobr. (R$ 2,00 de dia e R$ 4,00 à noite). Ar.
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Entrega em domicílio (taxa de R$ 3,50 a R$ 6,50). www.sohorestaurante.com.br. Aberto em 1998. $$$
Mistura
Mediterrâneo: cardápio especializado em massas frescas e delícias do mar O italiano Paolo Alfonsi estudou enologia e sempre gostou de cozinhar. A família da potiguar Andrea tinha experiência em cozinha industrial. Da união ítalo-brasileira nasceu o Mistura, eleito o melhor restaurante de pescado pelo júri de VEJA Salvador. A casa, que hoje ocupa uma esquina de Itapuã, já foi uma barraca de praia vizinha à colônia de pescadores do bairro. Vinte anos depois, o cardápio especializado em massas frescas e pescados recém-saídos do mar continua sendo o maior atrativo da casa. Ao cardápio mediterrâneo, soma-se um bufê que oferece entradas frias de frutos do mar a R$ 84,90 o quilo. Uma sugestão mais elaborada na entrada é a lagostim com azeite, endro e aipo, servida à la carte por R$ 22,00. Para o prato principal, a sugestão de Paolo é a garoupeta com batatas moçambique, R$ 46,00. Para finalizar, Andrea indica o carpaccio de morango com sorbetto de limão siciliano, R$ 12,00. A casa tem adega climatizada para 1 000 garrafas e carta de vinhos com 100 rótulos. Em frente ao restaurante, o casal de proprietários mantém uma pequena pousada. Segundo o projeto, a casa deve abrigar a primeira escola nordestina do Instituto de Culinária Italiana para Estrangeiros. A proprietária, Andrea, acaba de voltar de um curso na atual sede brasileira, dentro da Faculdade de Gastronomia de Caxias do Sul.
Rua Professor Souza Brito, 41, Itapuã,
3375-2623 (150 lugares). 12h/0h (seg. a qui.); 12h/1h (sex. e sáb.); e 12h/23h (dom.). Cc.: D, M e V. Cd.: todos.
Manobr. Couvert: R$ 8,00. Ar.
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www.restaurantemisturafina.com.br. Aberto em 1993. $$$
As melhores pizzarias
Cheiro de Pizza: criatividade do atendimento ao cardápio A pizzaria aposta em serviços especiais para conquistar os clientes. Na loja da Pituba, crianças têm à disposição uma sala com jogos eletrônicos. No cardápio, os adultos se divertem criando sua própria receita de pizza. O pedido pode ser feito em uma das três filiais da rede ou pela internet. A escolha começa pela massa (integral ou padrão) e termina nas bordas, que podem ser recheadas com dez sabores diferentes. Na cobertura, o cliente escolhe quatro ingredientes. A pizza personalizada custa R$ 39,50. A criatividade também é incentivada com um projeto que convida personalidades da cidade e clientes a montar cardápios especiais para a estação. O cardápio fixo já tem 55 variedades de pizzas, eleitas as melhores da cidade pelo júri de VEJA Salvador, em empate com a Piola. A lista vai de clássicos como a portuguesa (R$ 34,90) a receitas doces como a califórnia, coberta com abacaxi, pêssego, figo e canela em pó (R$ 35,80). Antes de fazer o pedido, há aperitivos como a porção de rolinhos de provolone, feitos com massa fina de pizza e recheados com queijo e tomate (R$ 5,90). A sobremesa mais pedida é o petit gâteau (R$ 6,90). O diferencial está no preparo: assim como as pizzas, o bolinho de chocolate também é assado no forno a lenha.
Avenida Vasco da Gama, s/nº, Dique do Tororó,
3389-0448 (150 lugares). 11h30/0h (seg. a dom.). Cc.: todos. Cd.: M, R e V. T.: C, T, V e Valetick.
Ar.
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Entrega em domicílio (taxa: R$ 4,80). Rua Borges dos Reis, 14, Rio Vermelho,
3335-5777 (145 lugares). 12h/0h (seg. a dom). Cc.: todos. Cd.: M, R e V. T.: todos.
Manobr. Ar.
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Entrega em domicílio (taxa R$ 4,80). Rua Minas Gerais, 254, Pituba,
2109-0909 (200 lugares). 12h/0h (seg. a dom.). Cc.: todos. Cd.: M, R e V. T.: todos.
Manobr. Ar.
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Entrega em domicílio (taxa R$ 4,80). www.cheirodepizza.com.br. Aberto em 1992. $$
Piola: ambiente descolado e som de DJs para saborear as redondas O ambiente animado pelo som de DJs é marca do grupo italiano Piola, com filiais nos Estados Unidos, Argentina, Chile e México. Em Salvador, a casa que introduz ao baiano o jeito moderno de comer pizzas está dentro de uma curiosa construção em forma de pirâmide. Do salão com pé-direito alto e luminárias coloridas é possível acompanhar a performance do DJ no mezanino. As pizzas são saboreadas ao som dos últimos sucessos eletrônicos das pistas de dança. Os garçons jovens, treinados por uma equipe vinda de São Paulo, ajudam a compor o clima moderno. A estrela da casa é uma pizza de massa bem fina em tamanho individual ou média, com oito pedaços. As pizzas saem do forno a lenha com 36 combinações de cobertura, incluindo as três versões light. Uma das mais vendidas é a tre funghi (mussarela, cogumelo paris, shimeji e shiitake), R$ 30,00 a individual ou R$ 42,00 no tamanho médio. A arezzo (mussarela, alcachofra, cogumelo paris e tomate seco) sai pelo mesmo preço. Há quem venha apenas para ver e ser visto. Para estes, eis uma boa combinação: o drinque nova-iorquino cosmopolitan, R$ 14,00, e a porção de focaccia com pesto, R$ 14,00. Na eleição de VEJA Salvador, a Piola conquistou o prêmio de melhor na sua especialidade, empatada com a Cheiro de Pizza.
Rua Conselheiro Pedro Luís, 116, Rio Vermelho,
3311-3300 (200 lugares). 18h/2h (seg. a dom.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R e V. Ar.
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www.piola.com.br. Aberto em 2007. $$$
Conventual
Presente e passado: culinária portuguesa contemporânea servida em edifício do século XVI A restauração primorosa aliada a obras de arte garimpadas em leilões no exterior garante o requinte do restaurante instalado em um convento carmelita de 1586. É o primeiro endereço brasileiro do grupo Pousadas de Portugal, com mais de quarenta hotéis de luxo espalhados em construções históricas do país europeu. Um novo cardápio acaba de ser elaborado pelo chef Alexandre Vicki, que trabalhou durante três anos em casas da rede portuguesa e mais três no restaurante Cais da Ribeira, dentro do hotel Pestana de Curitiba. O bolinho de bacalhau, sugerido como entrada, é feito com arroz "malandrinho" (cozido e bem irrigado com caldo de legumes). Custa R$ 27,00 a porção. No prato principal, há exemplos bem-sucedidos da fusão entre a culinária portuguesa contemporânea e a cultura regional. O lascas de bacalhau, feito com manteiga de siri e purê de banana-da-terra, custa R$ 82,00. O cardápio de sobremesas lista receitas criadas em conventos de diferentes regiões de Portugal. É o caso do toucinho do céu, R$ 20,00, encontrado em abundância na região de Évora, próxima a Lisboa. E do pão-de-ló de alfeizeirão, servido com creme de cardamomo por R$ 16,00. A adega comporta oitenta garrafas de vinho. O cliente também pode harmonizar o azeite que acompanhará seu prato. Há uma carta com seis olivas portuguesas selecionadas. O esmero no preparo de receitas rendeu ao Conventual o prêmio de o melhor restaurante português da capital, segundo o júri de VEJA Salvador, e o colocou pela primeira vez na lista das dez melhores mesas da cidade.
Rua do Carmo, s/nº, dentro do Convento do Carmo, Pelourinho,
3327-8400 (88 lugares). 12h/23h (seg. a qui.); 12h/0h (sex. e sáb.); e 12h/16h (dom.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: todos.
Manobr. (R$ 5,00). Couvert: R$ 12,00. Ar.
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www.pousadas.pt. Aberto em 2005. $$$
Caminho de Casa
Na madrugada: parada providencial após a balada A proprietária alagoana, Isabel Lerner, apostou em um serviço especial para atrair sua clientela. Desde que começou a funcionar 24 horas, é aclamada pelo júri de VEJA Salvador o melhor fim de noite da capital. Após as 22 horas, o número de mesas ao ar livre aumenta. A área com iluminação suave é propícia ao bate-papo. A arquitetura do salão climatizado, projetada pela filha e gerente Daniela Lerner, ressalta a cultura regional com o uso de artesanato baiano e de peças garimpadas em Bichinho, Minas Gerais. A carta de bebidas também tem sotaque mineiro. Há quinze tipos de cachaça, que custam de R$ 2,50 a R$ 17,90 a dose. O cardápio varia conforme o horário. O bufê de café-da-manhã é rico em quitutes regionais (R$ 9,90 por pessoa). Para o almoço, a sugestão é a carne de fumeiro na chapa (R$ 32,90), generosa porção de 450 gramas servida com cebola e vinagrete. No fim da noite, um público jovem aparece para petiscar o queijo de coalho com melaço de cana (R$ 5,80) ou o bolinho de queijo (R$ 8,80 a porção). Na sobremesa, a sugestão é o doce de coco verde, feito na casa. Sai por R$ 4,90. Aos domingos, oferece feijoada embalada por chorinho. O couvert artístico está incluído no preço: R$ 15,90 por pessoa.
Rua Anísio Teixeira, 161, loja 34, Shopping Boulevard 161, Itaigara,
3353-7036 (200 lugares). 24 horas. Cc.: D, M, V e A. Cd.: todos. T.: todos.
Ar.
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Aberto em 1993. $$
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